terça-feira, 17 de outubro de 2017

-PILA-

Ora aqui está um jogo que tem um nome que até obrigou a censura na App Store, aparecendo com uns asteriscos ali pelo meio para não ferir susceptibilidades (-P**A- , não vá acertar num olho de alguém ou assim, não sei). Um puzzle para pessoas com bons reflexos, -PILA- de Chris Foreman, é um jogo casual bem interessante que temos hoje grátis na App Store.


O aspecto visual do jogo é algo estranho à partida, levando alguns minutos a perceber como é que tudo isto funciona, e qual o seu objectivo final. Podem experimentar por vocês próprios, mas posso-vos já dar uma ideia do que temos de fazer.

Há um pequeno disco que pode ser disparado ao activarmos o interruptor que está ligado ao mesmo. A ideia é fazer com que esse disco chegue até portal com dois círculos azuis a servir de porta de entrada. O problema é que há obstáculos no caminho do disco, e teremos que accionar outros interruptores para os retirar do caminho, ou seja, mudar o seu estado (de aberto para fechado, etc).


Os primeiros níveis são muito simples, e servem apenas para nos explicar a mecânica do jogo, porque a partir do 10º nível ou assim, começamos a entender que não é tanto um jogo de resolver puzzles, mas um misto entre solucionar o puzzle e bons reflexos e destreza.

Isto porque há interruptores que estão ligados a mais que um objecto, e portanto tanto podem mover uma estrutura, rodando-a sobre si mesma, como podem activar uma parede que não permite que o disco passe. Então vamos ter de jogar com esta situação e ter um óptimo timing para ir carregando nos interruptores à medida que o disco vai fazendo a sua viagem pelo ecrã.

Temos de usar o ambiente a nosso favor, como por exemplo as paredes em forma de semi-círculo que são essenciais para estabelecerem uma rota até ao portal. Há que ter em conta que também podemos deixar o disco desaparecer pelos lados do ecrã, pois este irá aparecer do lado oposto. Com 50 níveis bem desafiantes, temos aqui um jogo bem interessante para os fãs do género.


-PILA- na App Store

Tamanho: 24.4 MB

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A Caça ao Tesouro Perdido

Para quem tem acompanhado as aventuras misteriosas point-and-click que tenho colocado aqui no Apps do iPhone, vão gostar de saber que o Navio Perdido tem continuação. Chama-se A Caça ao Tesouro Perdido da Syntaxity Inc., e está hoje grátis na App Store.


Agora na posse do mapa do tesouro que conseguimos na aventura anterior do Navio Perdido, continuamos a seguir as instruções do nosso tio Henry, desta vez para ver se encontramos de facto o tesouro perdido dos piratas numa ilha carregada de mistério.


Para quem já conhece estas aventuras, o sistema é bastante simples e intuitivo, onde temos de tocar no ecrã para interagir com os objectos e obtermos informações sobre os mesmos, tocar em portas e caminhos para navegar para esses locais, coleccionar objectos no nosso inventário, para depois serem usados em outras zonas, e tirar fotos de pistas para que nos ajudem a resolver puzzles em outras áreas do jogo.


A julgar pela extensão do mapa temos muitas mais áreas para explorar, o que se vai traduzir em muito mais passos para trás e para a frente, obtendo pistas numa zona, para depois voltar atrás a outra zona bem distante desta para resolver um certo puzzle.


Há que ter uma boa memória para nos lembrarmos onde devemos usar certos objectos e pistas, e há que ter um bom gosto por resolver puzzles e quebra cabeças, que aparecem com abundância neste jogo. Os aficcionados irão resolver o jogo em três tempos, mas outros poderão perder largas horas a tentar resolver todos os mistérios à volta do tesouro. Aproveitem para o instalar nos vossos iPhones de forma gratuita enquanto está em promoção.


A Caça ao Tesouro Perdido na App Store

Tamanho: 128 Mb

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Morphite

Um jogo que se ansiava ser uma espécie de No Man's Sky para iPhone, eis que Morphite da Crescent Moon Games, chegou finalmente aos nossos iPhones e iPads no dia 20 de Setembro. A crítica diz que é um No Man's Sky, com muita exploração livre dos planetas espalhados por esse universo fora, mas com uma grande diferença, há aqui uma história para contar e missões para seguir.


A história de Morphite passa-se no futuro, onde acompanhamos os passos iniciais da novata Myrah Kale, e as suas primeiras aventuras sozinha no espaço. Bem, não estamos completamente sozinhos, porque temos como companhia um pequeno gato robô que nos vai dizendo o que fazer, e dando-nos informações preciosas sobre criaturas que encontramos e outros objectos estranhos.


O jogo é essencialmente de exploração, e as primeiras missões que nos são entregues revelam logo essa componente vital de Morphite. Temos um scanner na mão, o qual vamos usar para fazer scans das plantas e seres vivos, que depois de identificados com sucesso podem ser vendidos nas várias estações espaciais espalhadas pelo universo, em troca de uns créditos que servem de dinheiro no jogo.


Temos também na nossa posse uma arma, essencial para eliminar criaturas hostis que nos queiram tirar a vida (não podemos morrer realmente, pois podemos começar no último checkpoint gravado automaticamente), para activar certos mecanismos, e para abrir caixas e artefactos com alguns items úteis no seu interior (munições, créditos, etc). Os créditos, junto com alguns scans raros, podem ser usados para melhorar o nosso fato espacial (resistir ao calor intenso de alguns planetos por exemplo), as nossas armas, etc.


Os planetas e criaturas são gerados de forma aleatória, e portanto há sempre coisas novas e diferentes para encontrar. Há vários mistérios e puzzles para resolver nos planetas que pisamos, e ao mesmo tempo é assim que iremos descobrir o nosso passado e a nossa ligação ao estranho e misterioso elemento Morphite.

Mas não vive só de exploração dos planetas o jogo, pois há missões secundárias para fazer, que encontramos nas estações espaciais, há encontros com naves inimigas nas nossas viagens, as quais temos de combater nave contra nave, e alguns perigos como entrar num campo de asteróides, no qual temos de demonstrar a nossa destreza como piloto, evitando bater em qualquer um dos calhaus flutuantes.


Morphite tem um bom trabalho de vozes a acompanhar-nos ao longo da história, a voz de Myrah, do gato robô, do nosso pai adoptivo, etc, o que ajuda a ambientarmo-nos melhor neste universo. Os controlos podem ser ajustados nas definições, e podemos melhorar ou piorar a qualidade gráfica do jogo para que o jogo corra bem em iPhones mais lentos (existe também um muito útil modo de poupança de bateria).

Este é um daqueles jogos que vos vai manter a jogar durante meses a fio, porque há imensa coisa para explorar, e com tantos segredos para descobrir lá nos vamos mantendo interessados nos pequenos pedaços de história que há ainda por revelar. É quase um No Man's Sky, e para jogar num iPhone, isso é um grande feito de uma grande companhia como é a Crescent Moon Games, que já deu várias provas da sua qualidade a fazer jogos. Vejam aqui em baixo o vídeo de apresentação desta grande aventura Sci-Fi, e agarrem já este jogo que não se arrependerão com toda a certeza.


Morphite na App Store

Tamanho: 781 MB



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Into the Dead 2

Há 5 anos atrás estavamos a instalar o jogo Into the Dead nos nossos iPhones, e a ficar maravilhados com a qualidade gráfica e o ambiente de terror à The Walking Dead. Hoje chega-nos às mãos a sequela deste belíssimo jogo, Into the Dead 2 da PikPok, com mais cenários, mais zombies, mais armas, e uma história para contar.


Há 5 anos não queríamos acreditar na qualidade gráfica do jogo, e mesmo hoje passados tantos anos contínuamos maravilhados com o grafismo deste fantástico Runner. Desta vez com uma história a acompanhar, que nos vai sendo contada por etapas, à medida que vamos correndo pelo campo e cidade, a tentar chegar até à nossa família.

Com a chegada em breve da nova temporada de The Walking Dead, este jogo vem mesmo a calhar, e vai servir com toda a certeza para ir abrindo o apetite. Os controlos não podiam ser mais simples, bastando usar um dedo no ecrã para controlar a direcção para onde queremos correr, e um botão para disparar a arma, usar a faca, lançar uma granada (caso esteja disponível).


A ideia é correr em zig zag para enganar os zombies, e evitar ao máximo ir contra eles, porque senão é morte certa (a não ser que consigam usar a faca a tempo). Mesmo as nossas munições são extremamente limitadas, por isso há que evitar também usar a arma ao máximo. Para contra balançar isto, podemos tentar seguir o fumo, pois levar-nos-á até a uma caixa com mais munições para a nossa arma.

Cada etapa leva-nos a correr uma certa distância, onde seremos brindados com mais um pouco da história, e um novo cenário para correr e sobreviver. Pelo caminho poderemos coleccionar peças que nos permitirão melhorar as nossas armas.

Com uns gráficos incríveis e um ambiente bem aterrorizante (tão bom como o original Into the Dead), temos também missões extra para ver quantos zombies conseguimos matar, isto para além da campanha, que requer energia para se jogar. Como jogo freemium que é, podemos visualizar vídeos com publicidade para ganhar mais coisas, ou mesmo adquirir acessórios e armas através de compras in-app. Sejam ou não fãs dos sistemas freemium, não deixem de experimentar este belíssimo jogo, que tem muito para fazer mesmo não gastando qualquer dinheiro.


Into the Dead 2 na App Store

Tamanho: 700 MB



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

JigSpace

Com o ARKit activo nos iPhones com iOS 11 que o suportem, não podia deixar de mencionar o poder educativo do 3D num espaço em realidade aumentada. É aqui que entra a fantástica JigSpace da JigSpace Inc., onde podemos ver vários objectos em 3D à nossa frente, assim como lições preciosas de como funcionam alguns objectos ou como aconteceram grandes eventos da história do mundo.


Ter um objecto em 3D a flutuar à nossa frente, podendo andar livremente à sua volta para visualizá-lo de vários ângulos, é qualquer coisa de espectacular, e algo possível com o ARKit introduzido no iOS 11 para iPhones compatíveis.

Com a JigSpace podemos carregar cenas em 3D dentro de várias categorias, como história, espaço, ciência, etc, podendo então visualizar passo a passo o interior da terra, ou como funciona uma fechadura, ou mesmo até um sabre de luz do Star Wars.


Como app educativa que é ensina-nos como funcionam alguns aparelhos, mostra-nos planetas e satélites da NASA em 3D, como é um olho por dentro e como se processa a visão, ou mesmo até a história passo a passo do Dia D e a Invasão da Normandia.

Para que isto funciona bem convém termos um plano horizontal à nossa frente para onde apontar o iPhone, e de preferência que tenha alguma textura (pode ser o chão, uma mesa, desde que não seja completamente liso).


Temos bastantes conteúdos na app, mas esta está a ser constantemente actualizada como novos Jigs. Estes podem ser guardados numa secção especial reservada para os nossos Jigs favoritos, para que estejam sempre facilmente acessíveis. Esta é uma das apps que demonstra que o ARKit é uma das grandes novidades da Apple, e não só na área do entretenimento como é o caso do espectacular Kings of Pool, que coloca uma mesa de bilhar à nossa frente para jogarmos.


JigSpace na App Store

Tamanho: 145 MB



terça-feira, 10 de outubro de 2017

All the Rings

Já temos uma app bem completa para a saúde e actividade física no iPhone, sendo especialmente útil para quem tiver um Apple Watch. Se vocês são daquelas pessoas que gostam de cumprir ao máximo os vossos objectivos diários de fitness e querem ver os vossos anéis de movimento preenchidos antes de ir para a cama, então esta All the Rings da Cerebral Gardens, é a app que precisam para o fazer.


Esta app permite-nos visualizar de forma rápida e prática em que estado se encontra o nosso calendário relativamente ao nosso movimento e gasto de calorias, treinos diários, e horas em pé, exctamente como a app de Actividade do iPhone.

Mas depois temos muitas mais informações completamentares que faltam às apps nativas do iPhone, como é o caso de podermos comparar as estatísticas dos vários treinos que fizemos ao longo do ano, para ver qual o que gastou mais calorias, qual o dia em que corremos mais rápido, etc, etc.

Mas o que me chamou à atenção nesta app é a possibilidade de recebermos avisos antes do final do dia, a indicarem que precisamos de fazer uma caminhada de 15 minutos (por exemplo) se quisermos completar o objectivo diário de calorias e movimento. Quem diz o movimento, diz qualquer outro dos anéis, o de treinos e o de nos pormos a pé em cada hora do dia. Esta opção tem de ser desbloqueada, ora através da compra integral da app, ou acedendo a uma subscrição (mensal, anual, etc, com período experimental gratuito).


Olhando para as funcionalidades gratuitas da app, é muito útil a opção que temos de começar um treino (corrida, caminhada, bicicleta, etc), e definir como objectivo algo em concreto que nos leve a completar os anéis de actividade. Por exemplo, se precisamos de queimar mais 100 calorias, definimos isso como objectivo, e app avisa-nos durante o treino quando este é finalmente atingido. Ou então começar um treino baseado no tempo que queremos que dure, ou na distância que queremos percorrer (ou todos os 3 objectivos se for essa a nossa intenção).

As funcionalidades gratuitas da app são bem interessantes, e para quem tem um Apple Watch, é possível personalizar todo o tipo de complicações na app, o que é simplesmente espectacular. A app no Apple Watch é bem completa e permite-nos fazer todos os treinos a partir do relógio sem ser necessário passar pela app no iPhone. Para quem quiser todas as funcionalidades premium da app, é só pagar por ela, que os seus criadores bem merecem, ou então optar por algo mais suave como a subscrição mensal / anual.


All the Rings na App Store

Tamanho: 61.6 MB