quarta-feira, 1 de julho de 2015

Lifeline

Gostam de jogos mas não têm muito tempo para jogar? A proposta da 3 Minute Games é muito interessante, com o seu jogo Lifeline, uma aventura a fazer lembrar os livro-jogo do género das Aventuras Fantásticas dos anos 80, que se vai jogando aos poucos todos os dias, e onde temos de ajudar um astronauta que se despenhou algures no espaço.



Recebemos uma mensagem de um desconhecido no nosso comunicador, um astronauta que se despenhou numa lua alienígena, e que apenas conseguiu estabelecer comunicação connosco. A partir deste momento passamos a ser a sua linha de salvação, falando com ele, e ajudando-o a tomar decisões do que fazer a seguir para sair daquela situação, e de preferência que não o levem à morte.

Em vários momentos durante o dia e noite, Taylor vai-nos contando e descrevendo a situação em que se encontra, e pede-nos a nossa opinião acerca do que deve fazer a seguir. Temos sempre duas opções, dois caminhos a seguir, e muitas das vezes podemos mandar o astronauta fazer algo perigoso, ou que simplesmente não lhe agrada, percebendo isso pelos seus comentários desagradáveis ou de desespero.

O jogo funciona à base de notificações, que são as comunicações de Taylor connosco, que nos levam para o interior do jogo, e onde avançamos um pouco mais na história, com o astronauta a por-nos a par dos últimos desenvolvimentos (do último caminho que percorreu, do acidente que sofreu enquanto atravessava uma cratera, etc).

Como é um jogo que se passa em tempo real, depois de mandarmos Taylor fazer alguma coisa, teremos de aguardar até haver nova comunicação (se o astronauta for dormir por exemplo, pode demorar algum tempo até haver notícias suas).

Muito interessante é o facto de podermos receber essas notificações no ecrã bloqueado do iPhone, onde podemos de imediato tomar uma decisão, respondendo directamente na própria notificação, como se pode ver na imagem aqui em cima. Para quem tiver um Apple Watch, melhor ainda, que as notificações vão parar ao relógio, e podemos comunicar aí directamente com o astronauta.

Ao fim de algumas horas, ou dias, começamos a ficar ligados a este personagem, e a ter mais cuidado com as coisas que o mandamos fazer, pois ele está mesmo rodeado de perigos, e passamos a sentir na pele os seus medos, e aquilo que lhe acontece. Há situações onde Taylor nos pedirá para ir pesquisar ao Google acerca de algo científico, para perceber se poderá sobreviver em determinadas condições, o que torna tudo isto ainda mais interactivo.

Se o coitado morrer, podemos reiniciar a aventura, mas desta vez podemos voltar atrás em qualquer decisão tomada, e alterar para a outra opção para ver o que acontece se ele fizer algo diferente. Jogar da segunda e terceira vez já não é tão entusiasmante pois já sabemos algumas das coisas que vão acontecer, e esperar pode ser uma seca (para alguns jogadores mais impacientes), mas é o preço a pagar para chegar ao final da história (eventualmente).

O jogo está neste momento ao preço mais baixo de sempre por 0,99€, é compatível com iPhone e Apple Watch (tem o formato ideal para ser jogado neste magnífico smart watch diga-se de passagem), é falado em Inglês, Francês ou Alemão, e conta com uma banda sonora Sci-Fi um pouco assustadora para quem o jogar no iPhone.

Tentem salvar o pobre astronauta, e não se esqueçam, no espaço ninguém vos ouve gritar. ;)


Lifeline na App Store (Brasil)

Lifeline na App Store (Portugal)

Tamanho: 20.3 MB



terça-feira, 30 de junho de 2015

eVubble

O jogo gratuito eVubble da Yosuatreegames LLC, é extremamente simples, mas apresenta-nos uma mecânica bem interessante que acaba por nos deixar agarrados a rebentar bolhas sem parar, e a tentar bater o nosso record em mais uma e outra tentativa.


Ao arrancar o jogo podemos ver a nossa pequena esfera no ecrã, e para a mover basta tocar em qualquer lugar no ecrã para que esta se mova nessa direcção. Quanto mais longe da esfera tocarmos, mais depressa esta se move nessa direcção.

A nossa missão, caso a aceitemos, é de rebentar as pequenas bolhas coloridas que vão surgindo no ecrã, mas isto seguindo a ordem das cores apresentadas nos quadrados que se encontram em baixo no lado esquerdo do ecrã.

Se tocarmos numa bolha da cor errada, a nossa esfera aumenta de tamanho, tornando-se cada vez mais difícil evitar tocar nas bolhas de cor errada, e levando-nos a perder o jogo caso esta cresça demasiado. E se pensam que basta navegar bem devagarinho, desenganem-se, que também estamos a jogar contra o relógio, o qual chegando a zero, é Game Over man!


Temos algumas ajudas no entanto, como por exemplo a bolha arco-íris que pode ser rebentada para substituir uma bolha de qualquer cor, e ainda algumas bolhas que trazem consigo um efeito engraçado, que nos permitem reduzir o tamanho da nossa esfera (as bolhas vermelhas), desacelerar a velocidade das bolhas (as azuis), etc, etc.

Para adquirir mais ajudas no menu principal do jogo, temos de usar estrelas, que são ganhas durante o jogo, bastando para isso concluir sequências de cores especiais sem falhar nenhuma das cores apresentadas na combinação.

Com as ajudas vamos conseguindo aguentar cada vez mais tempo no jogo, por isso quanto melhor jogarmos, mais longe conseguimos chegar (e maior a nossa pontuação). Este é um jogo sem fim, que podemos jogar e jogar, desde que nos aguentemos com a nossa esfera com um tamanho reduzido, perfeito para quem tem uns belos reflexos.


eVubble na App Store (Brasil)

eVubble na App Store (Portugal)

Tamanho: 23 MB




segunda-feira, 29 de junho de 2015

Her Story

Há jogos fora do comum que nos deixam fascinados pela sua originalidade, e este Her Story de Sam Barlow, é exactamente um deles, um autêntico mistério policial para resolvermos, sentados em frente a um computador antigo, onde temos de visualizar centenas de clips de vídeo de uma série de 7 entrevistas realizadas em 1994 pela polícia a uma mulher britânica, sobre o desaparecimento do seu marido.


O jogo arranca e coloca-nos logo em frente ao monitor de um computador velhinho, com um sistema operativo a fazer lembrar um Linux ou Windows 95, onde temos aberto um programa que nos dá acesso a um arquivo de vídeos da polícia, neste caso sobre uma entrevista a uma mulher britânica cujo marido desapareceu em 1994.

Como estamos perante um ambiente de trabalho de um pc, é possível abrir os ficheiros de texto que se encontram no desktop, assim como o lixo (que contém um pequeno jogo e respectivo ficheiro info pirata), uma aplicação de chat e uma aplicação para verificação da base de dados do arquivo.

O software que temos à nossa frente é algo limitado, e para o usar temos de inserir uma palavra chave, que servirá para nos revelar os primeiros 5 vídeos que encontrar no arquivo onde seja usada essa mesma palavra durante a entrevista.


O problema do ano 2000 (Y2K) baralhou por completo o sistema informático, separando as 7 entrevistas em pequenos clips de vídeo, e ao mesmo tempo perdendo-se todas as perguntas da polícia, ficando só as partes onde vemos a mulher a contar a sua história.

Cabe-nos a nós tentar entender o que se passa nesta complicada história, saltando de entrevista em entrevista, para trás e para a frente no tempo, quase aleatoriamente, apanhando mais uma e outra palavra chave aqui e ali, que nos leva a pesquisar e desvendar uma nova série de vídeos que ainda não vimos (quase 300 clips no seu total).

Há um utilitário no ambiente de trabalho chamado "Database Checker", que podemos abrir para ver de uma forma rápida o número de vídeos que já visualizamos (aparecem a verde), e quantos buracos ainda existem na base de dados, que correspondem aos vídeos que ainda falta ver.

Sempre que visualizamos um novo vídeo, temos a possibilidade de adicionar uma legenda personalizada, e de seguida adicioná-lo à nossa lista de vídeos favoritos, para que seja facilmente acessível a qualquer momento, se acharmos que é importante para desvendar o mistério mais à frente. Temos também acesso ao histórico das pesquisas em cima, que nos indica o número de vídeos que há ainda para descobrir relativamente a uma palavra específica.


Todos os vídeos da entrevista vêm legendados em inglês, mas é também importante estarmos atentos à mulher no vídeo, porque como qualquer detective bem sabe, a linguagem corporal pode revelar muita coisa sobre uma pessoa, ou caso (que o diga Sherlock Holmes).

O jogo vale pela sua história, e depressa ficamos agarrados a tentar descobrir o que se passou na noite em que desapareceu o marido da senhora, porque arrancamos logo com um vídeo da mulher a pedir para chamar um advogado, isto já no último dia de entrevistas, o que nos deixa com a pulga atrás da orelha.

A actriz Viva Seifert faz aqui um excelente trabalho, o que aliado a uma grande história, nos transporta para aquele pequeno gabinete, onde acreditamos estar mesmo em frente a um antigo monitor CRT, a ouvir o barulho de pisca pisca das lâmpadas fluorescentes no tecto, o click click das teclas quando estamos a inserir novas palavras para pesquisar, e que aqueles vídeos são de facto cópias digitais das entrevistas em VHS de um arquivo antigo da polícia.

Não me vou adiantar muito sobre a história, porque a piada é mesmo ir descobrindo aos poucos toda a trama, e resolver este puzzle de histórias dispersas. Deixo apenas a dica de que sempre que estivermos perto de resolvermos todo o mistério, somos brindados com uma pequena alteração na música, ou ouvimos um carro da polícia a passar na rua, etc, momento em que aparecerá alguém no chat a perguntar como está a correr a nossa "investigação".

O jogo é bem diferente de tudo aquilo que já se viu em iOS, e também é possível jogá-lo num iPad, que ganha outra dimensão por causa do seu ecrã maior. Pelo preço de 4,99€ recomendo-o vivamente, porque é uma experiência como nenhuma outra. Fica apenas o aviso que o jogo pesa bastante com os seus 1.76 GB, e que puxa bem pelo processador e bateria do iPhone, ao visualizarmos tantos vídeos de seguida.


Her Story na App Store (Brasil)

Her Story na App Store (Portugal)

Tamanho: 1.76 GB



sexta-feira, 26 de junho de 2015

SBK15 - Official Mobile Game

Jogos de corridas com carros são às centenas na App Store, mas no que toca a motas é mesmo pouca a oferta. Os fãs das corridas de motas vão ficar contentes com este SBK15 - Official Mobile Game da Digital Tales, um jogo gratuito que nos traz o mundo das Super Bikes para a palma da mão.


Com a qualidade dos jogos de carros mais famosos que existem para iOS, este SBK15 tem mesmo bastante nível gráfico, e uma excelente jogabilidade. Dirigido para quem nunca jogou algo do género e também para veteranos, é possível ajustar a dificuldade, com ajudas de travagem, ou tornar o jogo num autêntico simulador, para os profissionais.

O jogo conta com 4 modos diferentes de corrida, um campeonato completo com os corredores mais famosos da actualidade, um modo de Quick Race para fazer uma corrida rápida a qualquer momento, o Time Attack para conseguir os melhores tempos em todas as pistas, e o modo de Challenge que nos põe a bater os tempos dos antigos campeões (como Tom Sykes e Sylvain Guintoli).


A mota é controlada com um botão para acelerar e outro para travar, e basta inclinar o iPhone para os lados para mover a mota para a direita e esquerda. Há no entanto vários métodos de controlo, com uma série de joysticks configuráveis que podem ser activados nas definições.

Para os fãs das grandes marcas como a Aprilia, Kawasaki, Honda, Ducati, Suzuki, MV Agusta, ou BMW, escolham o vosso corredor favorito, e saltem para o alcatrão para atingir as maiores velocidades. O jogo é gratuito, compatível com iPhone e iPad, e tem alguma publicidade aqui e ali (não durante a corrida). É possível adquirir o jogo completo directamente no menu principal do SBK15.


SBK15 - Official Mobile Game na App Store (Brasil)

SBK15 - Official Mobile Game na App Store (Portugal)

Tamanho: 311 MB



quarta-feira, 24 de junho de 2015

Slidebox - Photo Album Organizer

Já tinha falado aqui antes de uma app para gerir mais rapidamente as fotos que temos no iPhone. A Flic era mais virada para apagar facilmente fotos que não nos interessavam, mas esta Slidebox - Photo Album Organizer da Readonly, para além de nos permitir apagar fotos com gestos ao estilo Tinder, também nos deixa organizar as fotos em álbuns de uma forma bem simples.



Depois de autorizarmos o acesso ao rôlo de câmara, começamos a navegar pelas nossas fotos, deslizando com o dedo para a esquerda e direito para ir saltando de foto em foto. Se uma foto não nos interessa, basta deslizar com o dedo para cima para enviá-la para o lixo, e se quisermos enviá-la para um álbum específico, apenas temos de tocar no botão respectivo em baixo.

A primeira vez que enviamos uma foto para um álbum, é-nos pedido para criar o mesmo (com a opção de ficar criado apenas na app, ou também no rôlo de câmara, que é aquilo que realmente interessa). Desta forma passamos por centenas de fotos em poucos minutos, organizando-as rapidamente em álbuns (que ficam disponíveis no rôlo de câmara), e também apagando aquelas que não têm qualidade (ou que são repetidas).

As fotos que forem enviadas para o lixo podem ser depois apagadas definitivamente do rôlo de câmara, tocando na respectiva opção na secção do lixo. As fotos que aparecem para organizar incluem as do rôlo de câmara assim como as da pasta partilhada no iCloud, o que inclui fotos tiradas com outros dispositivos (iPod, iPad, etc).

Esta Slidebox é grátis, e é mais uma daquelas ferramentas de fotografia extremamente úteis de ter instalada num iPhone, pela sua rapidez a apagar, mas especialmente pela facilidade com que se organizam fotos em álbuns com gestos e toques no ecrã.


Slidebox - Photo Album Organizer na App Store (Brasil)

Slidebox - Photo Album Organizer na App Store (Portugal)

Tamanho: 8.6 MB

terça-feira, 23 de junho de 2015

Videocraft - Video Editor & Movie Maker

No iPhone temos a possibilidade de encurtar os nossos vídeos, mas com apps de edição de vídeo como esta simples e rápida Videocraft - Video Editor & Movie Maker da Gamelarious, podemos fazer isso e muito mais, e é de aproveitar que está hoje grátis na App Store.



Esta Videocraft permite-nos não só editar um único vídeo, mas fazer um filme completo juntando vários vídeos, que podem ser cortados, redimensionados, com diferentes aspectos e formatos, com bordas, vídeos sobrepostos (até 4 em simultâneo, estilo PiP), fotografias a servir de transições (para além dos clássicos fade in e fade out, e até um crossfader), textos personalizados sobre os vídeos, assim como balões e imagens saídas das revistas de banda desenhada, e ainda música que pode ser importada da app de música do iPhone e dezenas de efeitos sonoros engraçadíssimos (120 incluídos com a app).

É possível trabalhar com o iPhone na horizontal ou na vertical, e trabalhamos sempre sobre uma timeline, onde podemos adicionar os vídeos que quisermos, movê-los com o dedo uns sobre os outros, assim como todos os restantes conteúdos que aparecem também acima da linha dos vídeos (texto, imagens, efeitos sonoros, música, e ainda voz gravada em tempo real), e também podem ser arrastados livremente para qualquer posição na timeline.

Para além de podemos alterar a velocidade de qualquer clip de vídeo do filme que estivermos a fazer, é ainda possível extrair áudio de qualquer clip de vídeo, de maneira a que se comece a ouvir o som de um clip de vídeo que irá aparecer dentro de segundos, para ficarmos com transições bem interessantes.

A app é bem simples, mas extremamente potente nas suas funcionalidades. Depois de explorarmos um pouco, depressa percebemos como tudo funciona, e que se faz tudo facilmente com pequenos gestos. Para criar um pequeno filme em poucos minutos, esta app é impecável, aproveitem para a instalar já hoje enquanto está gratuita na App Store.


Videocraft - Video Editor & Movie Maker na App Store (Brasil)

Videocraft - Video Editor & Movie Maker na App Store (Portugal)

Tamanho: 20.7 MB

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