sexta-feira, 20 de julho de 2018

Textual description of firstImageUrl

Relic Looter

Joguinho simpático para o fim de semana, daqueles que dão para queimar alguns minutos ou mesmo horas dependendo dos gostos e disponibilidade, temos este Relic Looter da Istom Games Kft., um jogo de plataformas e também endless runner com uns gráficos incríveis que temos hoje grátis na App Store.


O jogo arranca com o nosso herói explorador, uma cópia algo óbvia do Indiana Jones, a entrar numa caverna ou numa qualquer ruína escondida no coração da amazónia (ou outra floresta), e teremos de acompanhar a sua aventura na procura de relíquias preciosas (Indiana Jones, certo?).

O jogo tem uns controlos extremamente simples, naquilo que se pode dizer de mistura entre jogo de plataformas e endless runner, temos um botão do lado esquerdo que faz com que o nosso explorador avance no caminho que tem pela frente, e do lado direito um botão que permite saltar sobre obstáculos ou precipícios.

Há uma certa celeridade na aventura, pois o local onde nos encontramos é uma espécie de torre que se está a encher perigosamente de água, e como tal há que avançar e subir pela torre acima até chegar à saída, isto antes de ficar submersos porque senão afogamo-nos (o nosso herói não aprendeu a nadar, ou a água é ácida, culpa do aquecimento global, óbviamente).

O que me chamou à atenção do jogo foi a sua qualidade gráfica, com uma torre 3D carregada de perigos, animais que nos querem destruir, armadilhas que surgem do chão, do tecto e das paredes, tudo com animações impecáveis, e com efeitos sonoros e banda sonora a condizer.

Depois a jogabilidade é de facto muito boa. Podemos ir tocando nos botões pausadamente para jogar com cabeça e não morrer de imediato, ou podemos ser os maiores profissionais e manter o dedo sobre o botão para avançar a toda a velocidade torre acima. Os controlos são altamente responsivos e funcionam muito bem para nos manter agarrados e interessados no jogo.

Vamos passar toda a subida da torre atentos ao padrão de movimento dos picos que saiem do chão, ao movimento das centopeias nas paredes, dos machados pendurados no tecto, etc, etc, para assim aprender como ultrapassá-los sem morrer.

Há checkpoints espalhados pela torre, pequenas bandeiras que nos possibilitam começar a partir desse lugar quando morremos, isto claro se aceitarmos visualizar um vídeo com publicidade. É o sistema do costume, mas não chateia nada demais, e já estamos habituados a estas coisas nos jogos freemium.

As moedas que vamos ganhando permitem-nos comprar novos chapéus para o nosso herói, e melhor de tudo a possibilidade de comprar alguns poderes antes de começar cada nível. Dar velocidade ao nosso herói é barato e podemos activar sempre que iniciamos (para quem já tem alguma prática, claro), mas os restantes devem ser activados apenas quando encontrarmos um nível mais difícil, pois permitem desarmar os picos que surgem do chão e das paredes, entre outras coisas que nos facilitam demasiado a nossa vida.

Em cada torre muda o tema, passando por coisas como torres completamente carregadas de gelo, onde as armadilhas também mudam de aspecto em conformidade com o tema, mas mantendo de certa forma a mesma mecânica das torres anteriores com temas diferentes. Seja como for, belíssimo jogo gratuito que temos agora disponível na App Store. Não percam!


Relic Looter na App Store

Tamanho: 278 MB



quinta-feira, 19 de julho de 2018

Textual description of firstImageUrl

Pool 2048

Alto lá que acabei de descobrir outro jogo estilo 2048, desta vez numa versão louca com uma mesa de bilhar. Estou a falar de Pool 2048 de YINJIAN LI, um jogo muito bem pensado para fãs de puzzles como 2048 e jogos de bilhar, que podem encontrar gratuito na App Store.


No outro dia falei-vos de um 2048 em forma de Solitário, o conhecido jogo de cartas de paciência, e agora é mesmo no formato de jogo de bilhar, o que parece ser algo bem divertido por sinal, quem diria?

Ora então, as regras dos jogos de bilhar não se aplicam aqui, pois o objectivo não é enfiar bolas nos buracos. Longe disso, enfiar bolas nos buracos é algo a evitar, porque só serve para nos destruir o jogo. O que temos de fazer é ir acertando bolas com números idênticos, para ir somando os seus números, até chegar ao famoso número 2048. Aí está o jogo ganho, e passamos ao próximo desafio.

As regras são simples, se uma bola tocar num buraco, o seu valor numérico passa para metade, o que não ajuda ao nosso objectivo, e se tocarmos numa bola vermelha, aparecem várias bolas na mesa de bilhar, o que para além de atrapalhar o nosso jogo, vai a caminho do limite no número de bolas que cada mesa suporta.

Se atingirmos o número de 30 bolas na mesa perdemos. E não é só a bola vermelha que nos pode deixar em maus lençóis, pois por cada jogada que fazemos aparece uma nova bola na mesa, o que nos obriga a fazer sempre combinações, ou a acabar as jogadas em menos de 30 tacadas.

A mecânica das tacadas é também simples, e não muito longe do que está presente em vários jogos de bilhar na App Store. Apenas temos de seleccionar qual a bola que queremos atingir com o taco, e depois de aparecer a mira fazer pontaria deslizando com o dedo no ecrã, e de seguida basta deslizar com o dedo no botão de baixo para a direita, escolhendo qual a força a aplicar com o taco.

Depois de seleccionarmos uma bola, parece que não podemos voltar atrás e seleccionar outra bola, mas basta tocar no botão do arco e flecha em baixo, que a selecção é desfeita e podemos optar por outra bola. Depois de mirar, qualquer toque no ecrã activará o taco, independentemente da força que estiver seleccionada. Isto é algo estranho, mas pronto, depois de percebermos como funciona, não é um problema.

Temos várias mesas de bilhar para jogar, e com as moedas de ouro que vamos ganhando em cada jogo, permite-nos desbloquear novos desafios, de uma série deles que estão disponíveis. O jogo acaba por ser de uma certa forma viciante, porque é mesmo uma mistura interessante isto de jogar com bolas numa mesa de bilhar, mas com o objectivo de atingir o número 2048. Experimentem, que não se irão arrepender.


Pool 2048 na App Store

Tamanho: 95.5 MB



quarta-feira, 18 de julho de 2018

Textual description of firstImageUrl

Dawn of Crafting

Um belíssimo jogo de estratégia que tem estado várias vezes em destaque na App Store e está agora grátis durante uma semana é este Dawn of Crafting de Goktug Yilmaz, um jogo onde temos de evoluir a civilização da nossa espécie Homo Sapiens, construíndo e inventando todo o tipo de items que nos levarão à prosperidade.


Este é um jogo RPG para quem gosta de construir, para quem gosta de experimentar e descobrir receitas para inventar novas coisas e evoluir desta forma incremental. Como os últimos elementos pertencentes à espécie Homo Sapiens, assistimos à nossa extinção iminente pelas mãos dos Homo Erectus, e teremos de contar com a ajuda do nosso instrutor Alfred, que nos irá ensinar como construir e misturar todo o tipo de items para ir evoluíndo e assim sobreviver.

O jogo arranca de uma forma bem simples, introduzindo cada mecânica bem devagarinho. Apanhar frutos das árvores para nos alimentar, porque sem comida morremos, apanhar pedras para começar a fabricar as primeiras ferramentas, juntar uma pedra e um pau para fazer um machado primitivo ou mesmo um martelo, fazer uma espécie de faca de pedra para cortar os frutos e assim obter mais energia dos mesmos, e começar a fabricar todo o tipo de objectos que nos serão úteis para sair da idade da pedra.

Nós somos o aprendiz, a pessoa que terá de fazer todas as construções e descobrir receitas novas para construir coisas novas, cozinhar comida, conseguir novos materiais para fazer mais combinações inovadoras, e portanto precisamos de alguém que vá procurar matéria prima por nós. É aí que entra o nosso minion, um ajudante que irá para a floresta para trazer fruta, caçar animais (quando tivermos construído uma lança ou machado), pescar, trazer madeira e arbustos, etc, etc.

No princípio este ajudante é um pouco burrinho e traz de tudo um pouco de forma completamente aleatória, sendo até frustrante quando estamos a seguir as instruções do nosso mestre para construir algo que este nos pede, e não temos a matéria prima que necessitamos porque o minion não traz. Mas passado algum tempo e com alguma experiência podemos começar a pedir para que ele nos traga determinados items, fazendo com que a comunicação entre nós melhore consideravelmente.

À medida que vamos construíndo mais e mais coisas, vamos expandindo a nossa árvore do conhecimento, e de repente já sabemos cozinhar, já sabemos fabricar roupas e armas, já sabemos construir cabanas, coisa essencial para começar a construir a nossa vila, que é coisa para acontecer bem lá mais para a frente. Normalmente os jogadores perdem mais de 20 horas de volta deste jogo, e mesmo quando se chega ao fim, não é verdadeiramente o fim, pois podemos começar uma nova geração, exactamente como aconteceria na vida real, onde a experiência adquirida faz com que na próxima tudo corra ainda melhor e mais rápido.

Mas o jogo, como na vida, tem as suas dificuldades, para além de termos de estar sempre a confeccionar e armazenar comida para os nossos trabalhadores, há uma aventura a ser vivida, pois vão sempre acontecendo coisas, pequenos eventos como pessoas que aparecem a oferecer fazer trocas connosco, outras a pedir ajuda e comida, outras a tentarem matar-nos, e são as nossas decisões que também vão ditar o nosso futuro como tribo, como espécie que irá singrar no futuro, ou não.


Dawn of Crafting na App Store

Tamanho: 93.4 MB




Dawn of Crafting - Rating: 4,5

terça-feira, 17 de julho de 2018

Textual description of firstImageUrl

Candleman

Um dos jogos de plataformas mais bonitos que já joguei este ano foi este Candleman da CMGE, um belíssimo jogo que já gozava de grande sucesso nas consolas e computadores, que nos põe a controlar os pézinhos de uma pequena vela numa grande aventura onde terá de atravessar a escuridão na procura da luz azulada de um estranho farol.


Este jogo tem as melhores críticas de sempre em todas as plataformas por onde passou, seja consolas ou PCs, e agora finalmente nos iPhones e iPads. Apesar de algumas queixas iniciais relativamente aos controlos, nada que não tenha sido afinado em actualizações que se seguiram à sua estreia na App Store.

Em Candleman controlamos uma pequena vela que não sabem quem é, de onde veio, nem para onde vai. Mas sente-se atraída por uma luz azulada que aparece de vez em quando, a qual nos compele a seguir caminho na sua direcção, apesar de toda a escuridão que nos rodeia.


O jogo vive desta escuridão constante, onde mal podemos ver o caminho que temos de seguir, mesmo contando com a ajuda da estranha luz azul que surge de x em x segundos que nos permite ter uma ideia do cenário que nos rodeia, só mesmo a luz da nossa vela é que nos pode ajudar nos locais mais escuros.

O problema é que a nossa vela é demasiado pequena, e só nos permite manter a luz acesa por 10 segundos, pois a cera acaba por derreter por completo e temos de reiniciar o nível. Isto ajuda à sensação de claustrofobia, obrigando-nos a dar pequenos toques apenas, iluminando o que nos rodeia apenas por um breve instante e tentar fazer o caminho de memória através da escuridão.


Os controlos não são os mais espectaculares mas são perfeitamente aceitáveis. Do lado esquerdo do ecrã temos um joystick flutuante que nos permite controlar o movimento da vela, e do lado direito um toque no ecrã faz com que se acenda a chama da vela, e deslizando com o dedo para cima permite-nos saltar.

Como a perspectiva 3D vai mudando de forma automática, por vezes pode-nos baralhar e induzir-nos em erro quando estamos a caminhar e a saltar numa determinada direcção. Mas depois de caírmos umas duas ou três vezes, depressa apanhamos o jeito e deixa de ser um problema.


O nosso objectivo em cada nível é levar a nossa vela através do único caminho possível, evitando os obstáculos, resolvendo simples puzzles (como empurrar uma garrafa para conseguir chegar a um local elevado, ou empurrar uma tampa de um barril para atravessar uma zona com água), evitar cair na água ou num precipício, e acender todas as velas que encontrarmos no caminho, que tanto podem servir de checkpoint como de ponto de luz que nos deixa ver um pouco do mundo à nossa volta.

A acompanhar a nossa aventura temos uma voz feminina que nos vai contando a história da pequena vela, a fazer lembrar a narrativa fantástica do jogo Thomas Was Alone, que tanto adoro. O mundo 3D e os gráficos, assim como os efeitos de luz são qualquer coisa de incrível, e as animações da pequena vela com pernas e de todas as criaturas que vamos encontrar são espectaculares.

Não há muitos jogos de plataformas como este Candleman na App Store, com uma história apelativa e misteriosa, com uns gráficos do outro mundo, e um ambiente escuro e claustrofóbico que apela ao uso de headphones e que se jogue com as luzes apagadas. Pelo preço de pouco mais que 3 euros, este é um jogo obrigatório para os fãs deste tipo de jogo.


Candleman na App Store

Tamanho: 747.6 MB




Candleman - Rating: 4,5

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Textual description of firstImageUrl

Wobble Frog Adventures

Eu julgava-me incapaz de gostar deste tipo de jogos que envolvem física para controlar o nosso herói, mas no caso deste Wobble Frog Adventures da Walaber Entertainment LLC, fiquei claramente um fã, pois os controlos são perfeitos e o jogo é altamente viciante.


Numa mudança de casa tudo pode acontecer, e aqui neste jogo levou a que uma caixa de brinquedos saltasse para fora do camião de mudanças, e ficassemos com a pequena rã de brinquedo perdida no meio da cidade. Teremos que ser nós a ajudar este estranho brinquedo mecânico a voltar para junto dos seus amiguinhos.

O problema desta estranha rã é que não tem duas nem quatro patas que nos permitisse saltar de plataforma em plataforma. Ela tem apenas duas partes móveis, uma perna e a cabeça que abre e fecha a boca. E é com dois botões móveis em baixo no ecrã que podemos controlar o movimento da perna e da cabeça, e é só isto.

À partida parece complicado, mas depressa percebemos que não é assim tão difícil andar para a frente com a nossa rã de brinquedo. É preciso paciência, mas é um prazer deveras estranho e satisfatório, mexer naqueles botões em baixo e ver a rã responder tão bem aos controlos.

Portanto, um movimento básico usado por todo o jogo será levantar a perna, recolher a perna, abrir a boca, fechar a boca. Com isto conseguimos dar uma cambalhota completa, essencial para ir movendo a rã em frente através de um mundo carregado de plataformas, rampas, skates, escadas, e todo o tipo de obstáculos.

De vez em quando passamos pelo Professor Bubbles, que está ali apenas para nos responder a algumas perguntas. E com as suas respostas acaba por nos ensinar a dar saltos, a andar mais depressa, a trepar, etc. É óbvio que podemos descobrir tudo sozinhos combinando os movimentos de pernas e cabeça de uma certa maneira, mas com alguma ajuda extra é mais fácil chegar lá.

Como é óbvio, os níveis começam a preencher-se de obstáculos que temos de ultrapassar, como paredes que têm de ser destruídas, o que nos obriga a aprender a saltar (basta tocar no botão do movimento das pernas em baixo, sem deslizar, que faz com que a perna sirva de mola), ou mesmo usar a boca para nos agarrar a uma espécie de trampolim, sendo obrigados a largar no momento certo se não queremos cair em desgraça.

Há vídeos com publicidade para ver entre desafios, e há uma águia que nos agarra se por acaso caírmos no limbo, e nos pede para visualizar um vídeo se quisermos voltar ao local de onde caímos. Seja como for, nada demasiado intrusivo e perfeitamente justificado para a maravilha de jogo que é.

Para além do modo infinito, há todos os dias um modo de desafio que nos permite tentar fazer um percurso no melhor tempo possível, podendo depois comparar os tempos com outros jogadores espalhados por esse mundo fora, inclusive os nossos amigos. Neste modo podemos ver o fantasma de outros jogadores, o que nos ajuda até a perceber como ultrapassar alguns dos obstáculos olhando para os outros.



Wobble Frog Adventures na App Store

Tamanho: 144.4 MB




Wobble Frog Adventures - Rating: 4,5

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Textual description of firstImageUrl

Room Racer AR

Ultimamente têm aparecido cada vez mais jogos em realidade aumentada, e a qualidade tem vindo a aumentar consideravelmente. Desta vez são os fãs dos jogos de corridas em pistas Autorama que vão dar pulos de alegria, com a chegada deste Room Racer AR da Awkward Silence Ltd., um divertido jogo que nos põe uma autêntica pista Autorama à frente dos nossos olhos, onde podemos jogar contra o computador ou contra outra pessoa com outro iPhone ou iPad.


As corridas são exactamente como aquelas que podemos fazer nas pistas Autorama onde basta tocar no acelerador para fazer o carro andar. Portanto, basta tocar no ecrã para fazer o carro acelerar, e só temos de o acompanhar na pista, pois por vezes este passar por detrás de prédios, pelo interior de túneis, etc.


Isto também acontecia no jogo de realidade aumentada Smash Tanks!, que nos obrigava a visualizar o tabuleiro do jogo de diferentes ângulos pois por vezes tínhamos os tanques atrás de prédios, por debaixo de árvores, etc. Aqui nestas corridas frenéticas também vamos ter de levantar o rabo do sofá e andar em cima do acontecimento para ver se o nosso carro está a fazer bem uma curva e não se vai despistar.


Ao bom estilo do Mario Kart, também poderemos apanhar alguns poderes que nos permitirão atacar o carro do nosso adversário, o que mais uma vez nos obriga a sair do lugar e tentar apontar com o laser directamente sobre o carro do inimigo. No caso dos mísseis ou dos cones de plástico, é mais fácil, pois basta tocar no botão para activar estes poderes e dificultar a vida do outro corredor.

Temos aqui disponíveis uma boa dezena de pistas, algumas mais complexas que outras, inclusive umas com autênticos arranha-céus que nos dificultam a visualização do nosso carro, e nos obriga a andar a passear à volta da pista. Pdemos, no entanto, criar as nossas próprias pistas com o editor de pistas, o que faz com que o jogo ganhe uma nova dimensão, especialmente quando podemos adaptar a pista ao terreno que escolhermos (com pedras, plantas, ou outros obstáculos à sua volta).


Há a possibilidade de escolher carros diferentes, e ir desbloqueando pinturas diferentes para as nossas viaturas. O jogo permite-nos jogar contra o computador, mas ainda mais espectacular é a capacidade de podermos jogar contra outra pessoa noutro iPhone. Se tivermos um iPad com a mesma conta iTunes, basta comprar o jogo uma única vez, e jogamos iPhone contra iPad.

O modo multijogador é o mais divertido, pois parece que estamos mesmo perante uma pista autorama no meio da sala, onde temos dois jogadores a defrontarem-se lado a lado. Já sabem como é, acelerar até chegar nas curvas, onde temos de largar o acelerador se não queremos sair da pista. O resto é perícia e estratégia para usar os poderes na altura certa para dar cabo da corrida ao nosso adversário.

Room Racer AR na App Store

Tamanho: 308.3 MB



Room Racer AR - Rating: 4