quinta-feira, 26 de abril de 2018

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Hoppenhelm

Não é só a Nitrome que faz jogos Arcade incríveis, pois parece que temos concorrência da boa com este Hoppenhelm da BUN GUN AB, um jogo medieval gratuito que nos vai pôr a controlar um guerreiro saltitão com a sua armadura e espada, numa aventura sem fim contra monstros e mais monstros.


O nosso cavaleiro, o Sir Hoppenhelm, está perdido nas masmorras do seu castelo de Dunkelburg, e terá de fugir rapidamente para se pôr em segurança, pois há um rio de lava que se aproxima, e o calorzinho vermelho não é algo que lhe faça bem à pele.

O problema é que não é só a lava que o preocupa, pois o caminho para sair das masmorras está pejado de perigos, monstros, fantasmas, armadilhas, blocos que desabam, bolas de fogo, etc, etc. O que nos vale é que Sir Hoppenhelm levou a sua espada e o seu fiel escudo, e a sua capacidade fantástica para dar saltos.

A jogabilidade é incrível, com apenas 3 botões na parte inferior do ecrã, podemos saltar para avançar mais uma posição no ecrã (de bloco em bloco), podemos usar a espada (ou outra arma) para atacar os monstros que nos aparecerem pela frente, e podemos tocar no botão do escudo para nos defendermos de alguma bola de fogo ou qualquer outro ataque que venha na nossa direcção.

O desafio de saltar de bloco em bloco, evitando ficar tempo demasiado num bloco instável que vai desabar, ou ter o timing certo para evitar ficar empalado nuns espinhos afiados, é algo que por si só já nos vai deixar bem entretidos. Mas depois ter de atacar os monstros antes que eles nos ataquem a nós, e ainda ter de usar o escudo em situações limite onde estamos mais preocupados em dar o próximo salto para não ser queimados vivos pela lava que se aproxima, é obra.

Todos os níveis são criados aleatóriamente, o que permite que se possa repetir jogada atrás de jogada sem se tornar demasiado chato ou repetitivo, e há a possibilidade de continuar a jogar quando morremos, se quisermos pagar com moedas de ouro, ou então visualizando um vídeo com publicidade.

As moedas de ouro serão essenciais para desbloquear novos guerreiros, cada um com uma habilidade especial (mais corações, mais sorte para ganhar moedas, mais provável ganhar vidas, etc), e também para desbloquear novas armas, também cada uma delas com uma habilidade diferente, tudo o que nos pode ajudar a chegar cada vez mais longe nesta corrida interminável.

Aviso-vos desde já que se derem por vocês a cantarolar a música do jogo, não se preocupem, também me aconteceu. E se por acaso não começarem a cantarolar a música ao fim de algumas jogadas, é porque estão mortos por dentro e não merecem o ar que respiram. ;)

Vejam aqui em baixo a trailer do jogo, e apressem-se a instalar este Hoppenhelm, que é um jogo Arcade perfeito para queimar todo o tempo do mundo que tiverem livre no vosso iPhone. Na verdade não há pressa nenhuma, mas o jogo é mesmo fixe, por isso há que ser rápido a experimentar os jogos porreiros quanto antes, não vá o mundo explodir ou assim.


Hoppenhelm na App Store

Tamanho: 24.7 MB



terça-feira, 24 de abril de 2018

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Mr Gun

Obrigado Ketchapp por mais um jogo absolutamente simples e viciante. O jogo de que vos falo hoje é o mais recente desafio da Ketchapp a aparecer na App Store, chama-se Mr Gun e podem encontrá-lo gratuito mas com alguma publicidade como é costume.


Em Mr Gun somos um assassino contratado (?!?) que tem consigo uma Blacklist com alvos a abater. Cada desafio põe-nos a subir uma escadaria enorme onde teremos que abater um bandido de cada vez até chegar ao alvo a abater.

No cimo dos degraus aparece um bandido e o nosso personagem tem a mira da sua arma em movimento para cima e para baixo. Para disparar a arma basta tocar no ecrã no momento certo para acertar no bandido e passar ao próximo piso.

Derrotados os capangas do alvo a abater, ficamos cara a cara com o alvo que faz parte da Blacklist, o qual não cai com apenas um tiro como acontece com os outros. Teremos que subir mais uns andares para o abater, dependendo da nossa pontaria, como é óbvio.

Headshots são muito importantes para ganhar as moedas de ouro, que são necessárias para desbloquear novas armas. Também é possível conseguir estas armas através da recompensa que ganhamos quando abatemos todos os alvos de uma determinada Blacklist.

E novas armas podem-nos ajudar em coisas diferentes. Por exemplo se conseguirmos uma Uzi, esta dispara vários tiros, sendo mais fácil abater os alvos. Em contrapartida tem menos poder de fogo, o que nos obriga a subir mais pisos para abater o alvo principal. Outras armas podem ser mais potentes para abater mais depressa o alvo, mas limitando-se a apenas uma bala de cada vez.

Este é mais um jogo altamente viciante da Ketchapp, ideal para jogar apenas uns minutos aqui e ali, para ir subindo de nível, desbloqueando mais armas e vilões (alguns bem reconhecíveis, como uma espécie de Clark Kent bandido e outros personagens famosos da história), e treinar a nossa precisão e concentração.


Mr Gun na App Store

Tamanho: 51.3 MB



segunda-feira, 23 de abril de 2018

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Evoland 2

O jogo foi lançado no final de Fevereiro, e até agora parece-me que é mesmo o meu jogo favorito do ano de 2018. Estou a falar de Evoland 2 da Playdigious, que a par do filme Ready Player One, que também estreou este ano, nos transporta para uma aventura carregada de nostalgia para quem cresceu nos anos 90, obrigando-nos a experimentar todos os géneros mais conhecidos do mundo dos jogos, desde os clássicos RPGs 8-bit do Gameboy até a espectaculares aventuras gráficas a 32 bits das consolas mais avançadas.


À primeira vista pensamos na Zelda, pois temos muito de RPG clássico para viver aqui, e depois pensamos no Super Mario quando saltamos para um mundo carregado de plataformas, e depois um shooter vertical ou horizontal, e ainda um Beat' Em Up à Double Dragon, ou um Street Fighter, um Bejeweled (ou Puzzle Quest), um RPG com combates por turnos, um jogo de cartas coleccionáveis, um jogo de gestão de tempo onde temos de servir clientes num restaurante, um jogo com puzzles à Professor Layton, um jogo musical de ritmo à Guitar Hero, um Endless runner, um Bomberman, um Megaman, etc, etc.


Acreditem, Evoland 2 é bem capaz de ter mais de 20 horas de jogo à vossa espera, mas como a partir das 8/9 horas de jogo o mundo fica aberto para ser explorado livremente, há mini jogos que podemos repetir as vezes que quisermos, transformando este jogo num verdadeiro 10 em 1. Como podem ver nas imagens aqui em cima, num momento estamos a jogar um clássico RPG de 8 bits, e com um salto no tempo passamos para uma era com mais qualidade a 16 bits e uma banda sonora melhor que chiptune, passando para a era 32 bits onde tudo tem outro aspecto, tanto ao nível sonoro como visual.


O primeiro Evoland serviu como tubo de ensaio para o que viria a ser este Evoland 2, e apesar do primeiro não ter grande história para contar, o mesmo não se pode dizer deste segundo jogo, onde há uma belíssima história para viver, levando-nos a visitar 3 tempos diferentes, os quais acabamos por poder visitar à nossa vontade lá mais para a frente, saltando livremente entre o passado, presente e futuro (dos vídeojogos?)


O nome original do jogo pode explicar um pouco a aventura que temos pela frente, "Evoland 2: A slight case of spacetime continuum disorder", com as viagens no tempo a serem uma grande componente, tanto para nos transportar pela história dos vídeojogos, como para nos manter atentos à narrativa e perceber que alguns eventos que nos são revelados no passado, aparecem mais tarde em situações que reconhecemos tanto no presente como no futuro.


No jogo o nosso herói acorda sem qualquer memória de como foi ali parar, e depressa irá unir esforços com outros personagens para enveredarem nesta grande aventura juntos, e tentarem descobrir o que aconteceu naquela terra, no passado e no futuro, na grande e eterna batalha entre humanos e demónios (os demónios não são necessáriamente os maus da fita).

A primeira vez que vemos uma transição entre estilos e épocas de jogos, esboçamos um sorriso, com um salto em modo tutorial onde nos vão sendo explicados os controlos, e onde de repente se passa do ecrã verde e preto para um ecrã bem colorido e com mais detalhes e sons. Mas depois isto vai acontecendo com mais frequência e com saltos ainda mais espectaculares, onde nos vemos por exemplo a entrar num buraco no chão, e num instante passamos para o interior de uma caverna num clássico jogo de plataformas, ou mesmo um shooter horizontal.


O RPG é a base do jogo, e tudo o resto vai surgindo como mini jogos, apresentando-nos mais um modo de jogo diferente (shooter, beat'em up, cartas, puzzle, combates por turnos, plataformas, etc), sendo que alguns deles são bem extensos e recorrentes, como é o caso dos jogos de plataformas. E não se admirem de perder umas boas horas a combater jogadores atrás de jogadores nos jogos de cartas coleccionáveis até conseguirem obter todas as cartas que estão disponíveis, se forem mínimamente fãs como eu deste tipo de jogo.


Se o jogo tivesse apenas o modo de RPG já valia bem a pena, pois está muito bem conseguido, tanto ao nível de história como de jogabilidade, e mesmo ao nível dos puzzles que têm de ser resolvidos. Mas acrescentando todos os jogos que vamos encontrando no seu interior, e as múltiplas horas de jogo super divertidas que temos pela frente, este é de facto um jogo que irá ser apreciado pelos nostálgicos dos clássicos dos anos 90, assim como toda uma nova geração de jogadores.


Para os mais nostálgicos, podem estar atentos que o jogo está carregado de referências a jogos antigos que marcaram uma geração, o que vou deixar que descubram por vocês próprios, porque não há nada como uma boa surpresa para nos deixar com um sorriso rasgado na cara.

É verdade que há um mini jogo um bocado chato de controlar, que é aquele que nos transporta para o universo Street Fighter, onde queremos executar o famoso Hadouken do Ryu, e da mesma maneira que nas máquinas a maioria das pessoas se via à rasca para o fazer, aqui acontece exactamente o mesmo (se calhar é homenagem a 100%). Mas nada como derrotar o nosso adversário ao murro e pontapé, ou na pior das hipóteses alterar a dificuldade do jogo, que é algo que podemos fazer a qualquer momento.


O jogo permite-nos personalizar a posição dos joysticks para os diversos modos de jogo, mas também permite a utilização de um controlador externo MFi, o que se torna bem útil para alguns modos, como é o caso das aventuras nas plataformas por exemplo.

No fundo só posso recomendar vivamente este jogo pois é simplesmente um trabalho incrível da Playdigious, e deixo-lhes os meus parabéns por criarem algo tão espectacular como este Evoland 2. O jogo já andava por aí nos PCs e Macs há uns 2 anos, mas esta chegada aos telemóveis e tablets é muito bem vinda, e é algo que não podem deixar de experimentar se apreciam minimamente o mundo dos vídeojogos.


Evoland 2 na App Store

Tamanho: 580.3 MB



Evoland 2 - Rating: 5

sexta-feira, 20 de abril de 2018

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Soap Dodgem

Divertido jogo gratuito para levarem para o fim de semana é este Soap Dodgem de Zsolt Fabian, com mais de 100 puzzles para resolver, inclusive puzzles criados pelos próprios jogadores, não vão faltar desafios para vos pôr a puxar pela cabeça.


Com uma mecânica bem conhecida e presente em jogos que falei aqui recentemente, como Puttball ou ainda mais recente e aterrorizante Friday The 13th: Killer Puzzle, em Soap Dodgem somos o sabão que tem como missão lavar a casa de banho e eliminar todos os bocados de bolor que se encontram presos nos azulejos.

A ideia é levar o sabão a passar pelos inimigos (os pequenos bichinhos de bolor), e acabar o seu percurso na base do sabão da mesma cor. Não podemos deixar o sabão sair do ecrã, por isso temos que planear ir sempre contra qualquer coisa, seja um bloco, um rôlo de papel higiénico, etc.

Os desafios vão-se ultrapassando bem, mas há um pormenor que nos vai levar a puxar ainda mais pela cabeça, e a obrigar-nos a repetir muitos dos níveis. Atenção que isto é positivo, pois deixa-nos ainda mais agarrados ao jogo. Há uma coroa escondida em cada nível no interior de uma bolha dourada, e portanto, apesar de termos encontrado uma solução, se não passamos pela coroa, quer dizer que há outra solução que ainda não encontramos.

E convém mesmo encontrar a solução que passa pela coroa, pois estas podem ser necessárias para desbloquear outro dos 5 capítulos disponíveis, cada um com uma barra de sabão diferente. Pelo caminho vamos tendo várias barras de sabão no ecrã ao mesmo tempo, cada uma tendo que ser transportada para a sua respectiva base, e aparecem coisas como uma escova que muda de posição a cada jogada, ou mesmo a presença de ralos que funcionam como uma espécie de teletransporte entre eles.

O jogo conta ainda com centenas (milhares?) de níveis criados pelos utilizadores, e portanto é um daqueles jogos que nunca mais paramos de jogar. Também é possível criar o nosso próprio desafio se formos do tipo criativo. Não é preciso gastar dinheiro nenhum, pois tudo pode ser conseguido visualizando um vídeo com publicidade aqui e ali, seja para aceder a uma dica, seja para desbloquear um ou outro nível. Com uma música espectacular a acompanhar, este jogo é mesmo muito simpático, e torna-se obrigatório de estar instalado nos vossos iPhones.


Soap Dodgem na App Store

Tamanho: 102.9 MB



quinta-feira, 19 de abril de 2018

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Star Wars™: Jedi Challenges

O jogo que nos permite fazer combates com um light saber e até jogar o famoso jogo de xadrez holográfico da Millenium Falcon já estava disponível desde o Natal de 2017, mas apenas podia ser jogado por quem adquirisse os acessórios da Lenovo. Agora que se aproxima a estreia do filme Solo: A Star Wars Story, a Disney acabou por trazer compatibilidade com o ARKit ao jogo Star Wars™: Jedi Challenges permitindo que qualquer pessoa possa jogar o Dejarik Holochess, bastando ter um iPhone com iOS 11 instalado.


Este jogo foi tornado famoso no filme Star Wars: Episode IV - A New Hope, onde podemos ver o Chewbacca a jogar contra o R2-D2 na icónica Millenium Falcon. Cada jogador tem um determinado número de monstros, e o objectivo é derrotar todos os monstros do adversário. Cada monstro tem um certo número de pontos de ataque e defesa, e há que pensar estratégicamente quais monstros jogar para atacar quem e quando.

Com a compatibilidade ARKit não precisamos dos óculos holográficos da Lenovo, e basta apontar o iPhone ou iPad para uma superfície plana para que apareça o tabuleiro do jogo à nossa frente em realidade aumentada. Depois é só seleccionar a criatura com a qual queremos jogar, e movê-la para outra casa, ou atacar as criaturas inimigas. Temos aqui disponíveis 18 níveis atravessando 6 planetas, onde temos incluídas 8 criaturas que vão sendo desbloqueadas à medida que vamos jogando.

Podem ver aqui em baixo um vídeo que nos mostra uma demonstração do jogo na WWDC 2017, e de seguida a cena clássica onde vemos Chewbacca a fazer um jogo contra o R2-D2 na Millenium Falcon.


Star Wars™: Jedi Challenges na App Store

Tamanho: 1.5 GB





quarta-feira, 18 de abril de 2018

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Retro Highway

Saudades de jogos de corridas retro estilo Out Run, ou dos verdadeiros jogos Arcade com motas como Super Hang-On ou Road Rash? Já temos disponíveis alguns jogos deste género como Final Freeway ou Horizon Chase, mas para ajudar a matar o bichinho temos agora grátis na App Store este Retro Highway de Nicolai Danielsen, um endless racer com um aspecto retro que vai deliciar os mais nostálgicos e também as novas gerações.


Como em qualquer jogo clássico Arcade, o que importa aqui é correr, e este Retro Highway é diversão garantida para quem gosta simplesmente de correr. Dois dedos no ecrã para controlar a mota para a esquerda e para a direita, e um único botão para activar o nitrogénio, e é isto (temos a possibilidade de optar por outros métodos de controlo, mas aquele que vem por defeito funciona muito bem).

Como é óbvio, convém não bater contra nada, evitar o trânsito, apanhar moedas no chão, e cumprir os vários objectivos que nos vão sendo pedidos. Para aumentar a potência do turbo há que obter mais nitrogénio, que se pode conseguir passando rasas aos carros e camiões (e também para ganhar moedas extra). Há camiões com rampas que nos permitem dar grandes saltos pelos ares, o que também nos dá alguns bónus.


As moedas podem ser usadas para adquirir novas motas mais potentes, melhorar alguns items como o íman, ou um escudo, e cumprindo um determinado número de objectivos permite-nos desbloquear novas pistas para correr. Temos pistas como o deserto, a cidade, a lua, etc, etc, cada uma com diferentes níveis de trânsito, moedas, e no geral dificuldades distintas.

A banda sonora chiptune é uma delícia, quando desbloqueamos a segunda pista, a música que acompanha essa corrida é mesmo Rock sempre a abrir, o que nos deixa ainda mais entusiasmados para acelerar por ali abaixo. Cada pista introduz novas dificuldades, como é o caso de cruzamentos com trânsito a passar na perpendicular, ou faixas com um único sentido, etc.

Pegar num jogo clássico como o Super Hang-On e transportá-lo para os jogos endless runner dos dias de hoje é grande ideia, e este Retro Highway é um gozo que só visto. Vejam aqui em baixo a trailer do jogo para abrir o apetite, e aproveitem que o jogo é grátis (com alguns vídeos de publicidade a aparecer aqui e ali para quem não quiser eliminar isto com uma compra in-app).


Retro Highway na App Store

Tamanho: 77 MB