sexta-feira, 15 de novembro de 2019

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NABOKI

Como os seus jogos anterioresNABOKI de Maciej Targoni, é mais um belíssimo jogo minimalista carregado de puzzles e quebra cabeças para resolver, especialmente indicado para todas aquelas pessoas que adoram perceber como se resolve um problema quando não há quaisquer instruções ou pistas de qualquer tipo.


Um jogo com uma banda sonora lindíssima, que nos põe logo num estado zen bem relaxante, arrancamos com um cubo com uma seta desenhada numa das suas faces, que indica a direcção que este vai tomar ao tocarmos nessa mesma seta.

De seguida percebemos que podemos rodar esse cubo, encontrando novamente a seta, e activando-a para que mais uma vez o cubo desapareça do ecrã, levando-nos para o próximo desafio. Desta vez, vários cubos, todos com setas, e não há dúvidas daquilo que temos de fazer.


O jogo agarra neste conceito de rodar as peças e procurar as setas para retirar os cubos do ecrã, e expande-o ao longo de vários níveis com novas mecânicas, novos interruptores que nos permitem rodar os cubos sobre si mesmos, cubos que não se mexem, cubos que pode ser deslocados do seu lugar com alavancas, etc, etc.

Não há instruções, não há pistas, somos apenas nós, a música relaxante, e o explorar da peça que temos na frente à procura de respostas, à procura de nos vermos livre das várias peças que temos à nossa frente, para sermos transportados para o próximo desafio, até voltarmos ao início, muitos e muitos puzzles depois.


Como é costume nos jogos de Maciej Targoni, todos os seus puzzles minimalistas são espectaculares e são uma bela ginástica mental. Pelo preço de 1€ não podíamos ficar mais bem servidos do que isto. São daqueles jogos que volta e meia volto a jogar, pois são uma delícia de resolver, e recomendo vivamente, mesmo às pessoas que não jogam normalmente estes tipo de quebra cabeças.

Se estiverem com curiosidade mas não sabem bem se é o vosso tipo de jogo, então experimentem a demo grátis online, que nos deixa resolver dezenas e dezenas dos puzzles presentes no jogo para perceberem como é que tudo funciona, e se é do vosso agrado.


NABOKI na App Store

Tamanho: 134 MB

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

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Mole Playing

Caio muito facilmente no vício destes jogos onde temos de avançar por uma masmorra adentro a toda a velocidade enquanto vamos combatendo monstros e coleccionando tesouros. Hoje estreou-se mais um jogo deste género chamado Mole Playing que nos chega pelas mãos da ASNET, e podem encontrá-lo agora grátis na App Store.


Um dos meus favoritos deste género é o jogo Sprint RPG, que já falei aqui antes, e este Mole Playing é quase a mesma mecânica, mas em vez de ser visto na primeira pessoa enquanto avançamos em frente na masmorra, aqui é mais tipo jogo de plataformas enquanto vamos avançando da esquerda para a direita e vice versa.

Já repararam no nome do jogo? Belo trocadilho com Role Playing, que é um dos estilos presentes neste jogo. E então tudo se processa da seguinte forma, temos uma barra de energia em cima que começa a descer de imediato a uma velocidade estonteante, porque parar é morrer, e neste caso é mesmo literal. Temos de estar em constante movimento se não queremos morrer de imediato.

O único problema? É que sempre que nos enganamos perdemos ainda mais energia e então aí é que morremos mesmo mais depressa. E que comandos são estes? Temos em baixo no ecrã uma série de botões como por exemplo duas setas que nos permitem andar para a esquerda e para a direita, uma seta para saltar, um botão para atacar com a nossa arma, e um botão para activar o escudo.


Estes são os comandos que temos de usar em cada movimento que damos na masmorra, e não podemos falhar, não mais que duas ou três vezes pelo menos, senão lá se vai a energia. E para recuperar a energia é só acelerar, que andar depressa faz com que a energia se recupere sozinha, ou então apanhar os vários corações que andam espalhados pelo castelo, normalmente nas escadas.

Como é que se falha a dar comandos perguntam vocês? Então, se o caminho estiver livre, temos de usar uma das setas, para a esquerda ou direita, conforme o lado para onde estamos virados. Se estivermos com degraus à frente, temos de usar o botão para saltar. Se nos depararmos com um monstro ou uma arca, temos de usar o botão para atacar, e se por acaso o monstro demonstrar que nos vai atacar, temos de usar o escudo.

E pronto, é mais ou menos isto, só temos de repetir e repetir e repetir, e começar a fazê-lo cada vez mais rápido e mais rápido. À medida que vamos avançando cada vez mais para cima no castelo, começam a aparecer novos monstros com novas mecânicas de ataque e defesa, que nos obrigam a usar a memória para saber o que fazer em cada momento.

As moedas que vamos apanhando podem ser usadas para mudar o aspecto da nossa toupeira, seja armamento e escudo como cabeça e roupa. Ou então poupamos para desbloquear o outro cenário disponível para além do castelo, o que implica chegar às 1000 moedas. O jogo tem publicidade que não me apareceu uma única vez, e podem visualizá-la opcionalmente para ganhar mais moedas. Um belíssimo jogo, super simples, daqueles que nos deixam viciados e não conseguimos pousar tão rápido.


Mole Playing na App Store

Tamanho: 111 MB

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

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Micro Breaker

Podem esquecer todos os jogos que já viram para iPhone dentro do mesmo género do clássico Arkanoid. Este é um tipo de jogo que já me acompanha desde míudo e sou mesmo grande fã, mas confesso que fiquei de boca aberta com a espectacularidade deste Micro Breaker de Marcin Kloc, um brick breaker gratuito que quebra barreiras, de todas as formas possíveis e imaginárias.


Vamos colocar já de lado o mais óbvio, que o jogo é lindíssimo. Com um visual 3D incrível, temos aqui uns efeitos especiais visuais e sonoros que ultrapassam todos os jogos que já vi deste género para iPhone e iPad. E para os 123 MB dá para perceber que optimização é algo que se quer, e portanto o jogo corre a um frame rate altíssimo, sem qualquer atraso ou glitch num iPhone X.

Mas agora falando do quão brilhante este jogo é, e como a sua mecânica nos vai surpreendendo com twist atrás de twist à medida que vamos avançando de nível. Primeiro é um clássico brick breaker, onde controlamos uma "raquete" na parte inferior do ecrã, e temos de bater na bola de maneira a que esta vá destruíndo todos os tijolos que se encontram em cima.

E depois o jogo entra em velocidade warp e desaparece completamente da mira de todos os jogos dentro do mesmo género. Para além dos clássicos poderes que nos ajudam a vencer (e a perder, por isso evitem os poderes vermelhos), temos uma série de poderes que nunca vimos em lado nenhum, como de repente uma bola que salta no ecrã, ou uma bola que vai aos zigue-zagues completamente descontrolada.


A própria raquete pode ser usada para dar maior força à bola, bastando para isso aplicar mais força e velocidade e lá vai a bola a toda a velocidade contra os tijolos. Os próprios tijolos podem ser empilhados em altura, e há até níveis de chefes, onde os próprios blocos ganham vida e jogam contra nós.

Aliado a tudo isto temos a possibilidade de jogar o jogo com o iPhone na vertical, onde podemos observar o jogo visto de cima, ou então na horizontal, onde passamos a ver o jogo como no vídeo acima, numa visão mais primeira pessoa, bem mais próxima do chão.

Há um modo de realidade aumentada para activar que funciona de forma espectacular, colocando-nos no meio da acção, e onde podemos mover o iPhone para visualizar o jogo de vários ângulos, mais perto, mais longe, o que nos apetecer, é simplesmente incrível. A jogabilidade é qualquer coisa fora do normal, e é um daqueles jogos que não queremos pousar.

Há mil e um poderes para adquirir, melhores raquetes, publicidade para visualizar para ganhar vidas e mais poderes, e até publicidade forçada que aparece de vez em quando, e que pode ser eliminada com uma compra in-app. Jogo do caraças, não percam aquele que é agora para mim o melhor jogo do género Brick Breaker.


Micro Breaker na App Store

Tamanho: 123.3 MB

terça-feira, 12 de novembro de 2019

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Racing Fever 2

Um novo jogo de corridas acabadinho de estrear onde temos de acelerar ao máximo numa estrada em linha recta com muitos carros a circular na mesma para dificultar a nossa condução, é aquilo que este Racing Fever 2 da Gameguru tem para nos oferecer, e podem encontrá-lo hoje grátis na App Store.


Este jogo tem  um aspecto soberbo com uns gráficos 3D incríveis, e uma sensação de velocidade que só vista para se acreditar. Aqui não há curvas, temos apenas uma enorme estrada em linha recta, com 3 ou 4 faixas, e muito trânsito a dificultar a nossa corrida, o que nos obriga a conduzir saltitando entre faixas para evitar os carros que se encontram à nossa frente.

Não haver curvas faz com que este jogo seja mais drag race que outra coisa, mas eu diria que é mais um jogo bem realista, onde qualquer pessoa poderia fazer isto pegando no carro e fazendo-se à estrada e correr no meio do trânsito, o que é com toda a certeza ilegal (e que faz com que apareça a polícia atrás de nós em algumas situações no jogo).


O modo carreira está cheio de desafios diferentes para competir, seja contra o tempo, seja eliminação contra outros adversários, e em cada prova há sempre um boss contra quem correr. Todas estes desafios dão-nos prémios fantásticos em forma de dinheiro e cartas com peças para o carro ou mesmo personalização do seu aspecto geral.

As cartas que vamos ganhando podem ser usadas para melhorar vários aspectos do carro, que influenciam a aceleração, a velocidade máxima do carro, a capacidade de manobra, etc, etc. À medida que vamos vencendo provas vamos também ganhando a capacidade de desbloquear novos carros, cada vez mais potentes, e quantos mais melhor, porque podemos decidir antes de cada prova qual o carro a levar para a corrida.

O jogo é Freemium por isso já sabem que podem contar com algumas publicidades em vídeo aqui e ali, essencialmente só se quisermos ganhar mais coisas para avançar mais rápido no jogo. E como tal há o combustível e energia a ter em conta, que quando se acaba temos de aguardar que se preencham automaticamente, ou adquirir com créditos do jogo ou mesmo visualizando publicidade.


É aqui que dá jeito ter mais de um carro, que se um estiver sem combustível, basta pegar noutro carro, e não temos de esperar muito para continuar a correr. Subir de nível faz com que todos os carros fiquem com o combustível no máximo de imediato, por isso nunca temos de parar de jogar se não quisermos.

Para além do modo de carreira o jogo conta ainda com um modo de condução livre onde apenas temos de nos fazer à estrada e ver quantos quilómetros conseguimos aguentar no meio do trânsito cada vez mais caótico, e com os carros constantemente a mudar de faixa, isto para ganhar prémios e melhorias, claro.

Há nitrogénio para usar (e podemos ganhar mais bastando passar razias aos carros que vão na estrada, evitando bater neles obviamente), há 2 modos de controlo (tocar no ecrã ou acelerómetro), há vários ângulos de câmara disponíveis, como se pode ver pelas imagens mais acima, e está até prometido um modo multijogador para um futuro próximo. Seja como for, temos aqui um belo racer gratuito, ideal para quem não aprecia muito andar a fazer curvas e drifts, etc. Conduzir no meio do trânsito é um desafio muito interessante, e está muito bem representado neste jogo, por isso não percam.


Racing Fever 2 na App Store

Tamanho: 406.7 MB

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

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Fill the Hole 3D

Com a chegada das chuvas os buracos na estrada são uma constante, obrigando a cortar estradas ao trânsito até que venha alguém reparar o problema. É aí que entra este Fill the Hole 3D da ThinkCube Inc., um jogo que nos põe a tapar buracos e que podem encontrar gratuito na App Store.


Têm aparecido nos últimos anos muitos jogos do género onde temos que preencher os espaços com uma data de blocos que fazem lembrar os blocos do Tetris. Em Fill the Hole 3D este conceito é expandido e reinventado, passando a contar com uma pequena história, onde temos uma estrada a encher-se de buracos, e nós a ser chamados ao serviço de preencher estes buracos com os blocos que nos são fornecidos em baixo, e assim reparar a estrada danificada.

Mas o conceito vai ainda mais longe em termos de desafio, pois estes buracos começam a ter várias camadas e diferentes profundidades, assim como os blocos, que também eles passam a ter diferentes alturas. Tudo isto torna o jogo bem mais interessante que os habituais jogos deste género, e estranhamente satisfatório.

O jogo apela fortemente aquela satisfação que temos de preencher os espaços com os blocos que foram feitos para caber exactamente nesses lugares. É certo que alguns desafios lá mais para a frente a coisa começa a ficar bem mais complicada, e é aí que começamos a perder mais tempo para resolver estes puzzles, colocando a retirando blocos até acertarmos com a fórmula. Em cerca de 40 níveis nunca me apareceu nenhum vídeo de publicidade, portanto para mim o jogo é completamente grátis, e é de aproveitar que há aqui muitas horas de jogo pela frente para qualquer fã de puzzles e quebra cabeças.


Fill the Hole 3D na App Store

Tamanho: 112.8 MB

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

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OmniBuzz - GPS Alarm for Transit

Receber um aviso quando chegamos a um local é algo possível de fazer no iPhone usando a app dos lembretes, mas para quem anda todos os dias nos transportes públicos ou está em viagem num local desconhecido, falhar uma saída pode ser a maior dor de cabeça, e por isso vos venho falar hoje desta OmniBuzz - GPS Alarm for Transit da Sparrogon, que podem encontrar grátis na App Store.


Primeiro, a app de lembretes do iPhone permite-nos criar avisos geolocalizados, que tanto nos avisam quando chegamos a um determinado local, ou quando saímos de um local. Isto é perfeito para ser usado como lembrete, mas não tanto para algo que se faça diariamente, como por exemplo avisar para sair do comboio / metro / autocarro em determinada estação, no caso de estarmos distraídos ou a dormir.

Os lembretes podem não disparar imediatamente, e quando o fazem enviam uma pequena notificação que pode passar despercebida. E depois misturam-se com os outros lembretes, e parece que temos sempre algo para fazer, e afinal é apenas o lembrete para nos avisar para sair num local, o que se torna confuso ter tudo na mesma app.

Para ser mais exacto e confiável, temos de usar uma app como esta OmniBuzz - GPS Alarm for Transit, que nos permite marcar um ponto no mapa, definir o raio de acção (a que distância do local é que queremos ser avisados), e escolher o tipo de aviso, se queremos com som, se queremos que vibre durante vários segundos, para ter a certeza que nos acorda, caso estejamos a dormir.

A app envia uma notificação para além do alarme configurável, e também conta com um muito útil widget que podemos verificar na central de widgets a qualquer momento, e que nos diz a que distância nos encontramos do local, sem ter de entrar na app. Isto dá jeito para quando andamos em viagem e temos de sair num certo local que não conhecemos, e vamos verificando no widget se estamos muito longe ou não.

A OmniBuzz usa o GPS em background, como qualquer app de navegação, por isso há que ter isso em conta quando estamos com pouca bateria no iPhone. O que é certo é que usando os lembretes do iPhone pode-se tornar uma confusão de coisas para fazer misturadas com estes avisos, e o aviso pode aparecer atrasado apenas quando já estivermos em movimento para outro local. Com esta app não há que enganar, quando estivermos a chegar perto do local recebemos o aviso que faltam 500 metros (mais ou menos, é configurável) para chegar, e isto com alarme sonoro ou uma vibração chata e prolongada que nos arranca de qualquer sono pesado.


OmniBuzz - GPS Alarm for Transit na App Store

Tamanho: 34.3 MB

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

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Super Fishermind

Um jogo de tabuleiro clássico que sempre achei fascinante por poder jogar sozinho e ser um belíssimo desafio para a mente era o Mastermind. Hoje estreou-se na App Store um novo jogo gratuito chamado Super Fishermind de Andrea Vallini, que nos transporta para um universo onde peixes coloridos são a chave do código a ser quebrado.


O objectivo do jogo é descobrir quais os 5 peixes coloridos que estão escondidos debaixo de água. Para o conseguir teremos que ir experimentando por tentativas várias combinações de peixes até chegarmos à solução. O jogo está bem concebido e tem a sua piada, com os iscos coloridos a serem colocados na água para fazer os peixes virem à tona, e revelar as pistas que teremos de usar para chegar à solução.

Temos de conseguir chegar à solução antes de se acabarem as 11 tentativas, senão perdemos o jogo. Do lado direito temos um quadro com a indicação se acertamos de alguma forma nos peixes que  escolhemos. Uma bola laranja diz-nos que temos um peixe da cor certa mas na posição errada, e um visto verde diz-nos que temos um peixe da cor certa na posição certa. Quando chegarmos aos 5 vistos verdes, quebramos o código secreto.

O jogo conta com vários modos e níveis de dificuldade diferentes. Podemos começar pelo Begginer, que nos permite jogar com apenas 5 peixes (um de cada cor), e o código secreto conta apenas com 5 peixes e sem que seja permitidas cores repetidas. Mas podemos partir de imediato para o modo Classic Easy, que passa logo para peixes de 6 cores, e que podem ser de cores repetidas, o que aumenta consideravelmente a dificuldade.

Junta-se a isso mais níveis de dificuldade, um modo onde jogamos contra o tempo, para aqueles que têm um cérebro a funcionar a 200 à hora, e ainda um modo de desafios para quem gosta mesmo de derreter o cérebro. Aconselho vivamente a passarem pelas definições do jogo e desactivarem a animação da água no fundo, pois torna-se demasiado irritante ao fim de algum tempo. Um óptima ginástica mental, Super Fishermind é muito engraçado e recomendo a todas as pessoas de qualquer idade.


Super Fishermind na App Store

Tamanho: 89.7 MB

terça-feira, 5 de novembro de 2019

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Bastion by Supergiant Games

Considerado um dos melhores jogos Indie de 2012 na App Store e também nomeado pelos editores da App Store para ser colocado em destaque, Bastion by Supergiant Games, é aquele jogo RPG de acção com uma qualidade invejável, que ainda hoje se pode considerar um dos melhores jogos do género, e podem consegui-lo grátis por um tempo muito limitado.


O jogo original foi retirado da App Store e foi completamente renovado. Volta agora a aparecer na App Store e está temporariamente gratuito. O jogo é grátis, o que nos permite jogar o primeiro capítulo, uma espécie de tutorial que nos explica mais ou menos o que se está a passar e como controlar o nosso herói, e depois temos de avançar para uma compra in-app para adquirir o jogo na sua totalidade.

Durante um tempo limitado esta compra in-app é a custo zero, por isso apressem-se a jogar os primeiros minutos do jogo, até chegarem a um portal onde vos será dito que terão de adquirir o resto do jogo. Aí aparece a compra in-app que neste momento custa exactamente zero tostões, e é uma oportunidade que não devem desperdiçar.



A narração neste jogo é duma qualidade excelente, a voz é incrível e vai reagindo aos nossos movimentos e acções que fazemos no jogo. Só por isto o jogo vale tudo a pena, mas depois partimos para a parte gráfica, com os cenários desenhados à mão a fazer lembrar um comic, e todo o mundo 3D que vai aparecendo e desaparecendo debaixo dos pés do nosso herói.

O jogo foi reestruturado e adaptado para os ecrãs dos novos iPhones e iOS, vem carregado de acção, seja porrada neles ou tiro neles, podemos escolher quais as armas que queremos levar para o combate, um martelo, pistolas, arco e flechas, vocês é que sabem. Boa sorte na reconstrução de Bastion, e preparem-se para perder muitas horas a jogar este magnífico jogo.


Bastion by Supergiant Games na App Store

Tamanho: 1.4 GB

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

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Azarashi

Um jogo Arcade que ocupa apenas 1 MB, onde temos de testar os nossos reflexos ao máximo enquanto tentamos salvar umas pequenas focas transformadas em porta-chaves, é isso que o louco Azarashi da Studio Pixel tem para nos oferecer, e podem encontrá-lo hoje grátis na App Store.


Em Azarashi parece que estamos numa daquelas feiras onde temos de atirar dardos aos balões para ganhar os prémios que estão ligados aos mesmos. Aqui é uma versão parecida onde temos 3 pequenos porta chaves com focas que estão conectados a um fio. Esse fio vai sendo cortado cada qual com o seu tempo próprio, e nós teremos que ser rápidos a atirar um dardo que agarrará o porta-chaves, não permitindo que a foca caia no chão.

Claro que o timing é tudo, e os nossos reflexos vão ter de estar no seu melhor, que se atirarmos cedo demais acertamos com o dardo na cabeça da foca, e se não conseguirmos agarrar o porta-chaves antes que desapareça do ecrã, adeus foca.


O objectivo do jogo é apanhar os 3 porta-chaves o mais rápido possível em 3 séries diferentes. A primeira série é a mais fácil e mais lenta, e a 3ª série temos mesmo de estar concentradíssimos que as focas caiem a uma velocidade estonteante. Somados os pontos das 3 séries e obtemos a nossa pontuação final, que a partir de um certo valor começa a dar direito a prémios na forma de novos porta-chaves que podemos vê-los aparecer nos próximos jogos, como um gatinho fofinho, etc.

O jogo é extremamente simples, mas também muito viciante. Daqueles jogos em que queremos sempre fazer mais um jogo para bater a pontuação anterior, e porque queremos ver os novos porta-chaves, e tentar não matar as foca fofinhas com os nossos dedos cada vez mais ansiosos.


Azarashi na App Store

Tamanho: 1.1 MB

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

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Warsnake

Estamos numa altura em que os jogos andam a evoluir, especialmente aqueles géneros clássicos que pensamos não ser possível mudar ainda mais a fórmula como aconteceu recentemente no caso dos jogos match-3, e agora com este Warsnake da Moido Games Ltd., que nos traz o clássico jogo Snake completamente reinventado.


Ainda me lembro de ter o jogo Snake no meu Nokia, onde tinha de andar a passear com a pequena cobra no ecrã a comer todas as frutas que encontrava, e ao mesmo tempo a ter especial cuidado com o tamanho da sua cauda que não parava de crescer e começava a tornar-se um verdadeiro perigo.

Esta era a premissa do Snake original, tentar comer o maior número de frutas e aguentar o máximo de tempo possível no ecrã sem bater contra a nossa própria cauda. Depois apareceram algumas versões onde a cobra tinha de se mover no interior de um labirinto, mas nenhuma como este Warsnake que nos traz um autêntico 50% cobra 50% guerra.


Pois é, neste jogo encontramos a cobra num labirinto, que ainda por cima está às escuras, e que só nos deixa visualizar as paredes mais próximas da cabeça da cobra, o que torna tudo bem claustrofóbico. E depois como se isso não fosse suficiente, temos inimigos que andam por ali a passear e que dão cabo das nossas vidas se formos contra eles.

Como é 50% jogo de guerra, podemos disparar contra eles para os eliminar, e isto é altamente satisfatório. Tocando do lado esquerdo do ecrã, arrastando o dedo na direcção que queremos, permite-nos controlar o movimento da cobra, e do lado direito temos o disparo do canhão (tocar na parte superior do lado direito activa as bombas).

Disparar o canhã tem uma dupla função, e isto está muito bem pensado aqui neste jogo, pois permite-nos iluminar temporariamente o caminho na direcção do disparo. E para além de bem pensado, está também muito bonito ao nível gráfico, com uns efeitos visuais fantásticos.


O jogo funciona em modo de campanha, avançando missão a missão, cada uma com um determinado objectivo, como conseguir apanhar um x número de pedras preciosas e matar não sei quantos inimigos, e depois avançar para a saída. Passados alguns desafios, e como não podia deixar de ser temos um desafio extra onde encontramos o chefão, que é bem mais difícil de derrotar do que os pequenos bandidos que ele vai libertando para nos destruir.

Este é um jogo bem desafiante e super divertido, daqueles que não nos mata logo quando vamos contra uma parede ou inimigo, pois vamos perdendo a cauda da cobra até não restar mais cauda, e conta com uma banda sonora electrónica incrível estilo jogos dos anos 80 que não deixará ninguém indiferente. Se tiverem uma Apple TV podem até jogar contra outra pessoa, que há um modo multijogador especial só para a caixinha mágica da Apple.


Warsnake na App Store

Tamanho: 83.8 MB

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

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Promoção Halloween da Glitch Games

Mesmo a tempo do Halloween a Glitch Games colocou gratuitos 3 dos seus misteriosos jogos point-and-click do género Room Escape, onde temos de resolver uma série de puzzles e quebra cabeças para conseguir escapar do local onde nos encontramos e levantar o véu ao mistério que nos rodeia.


Já falei aqui de Forever Lost: Episode 1 HD e Forever Lost: Episode 2 HD, assim como do mais recente dos 3, The Forgotten Room. Mas a estrela desta promoção poderá mesmo ser o jogo All That Remains: Part 1, onde passamos a ter mais cenas animadas, um trabalho de vozes bem profissional, e um mistério bem mais interessante e assustador para resolver.


Os puzzles são uma grande componente de todos estes jogos, e são a parte central que atrai os fãs destes quebra cabeças misteriosos. No caso de All That Remains vestimos a pele de Campbell Price, um jovem a quem costumavam chamar de paranóico, mas estas vozes parece que perderam o pio, pois perderam a sua vida.

E nós encontramo-nos fechados num bunker e temos um único canal de comunicação com a nossa irmã que também ela está presa. Cabe-nos a nós descobrir como fugir do bunker, perceber o que se está a passar, e tentar salvar a nossa irmã. São bons a resolver puzzles? Têm aqui 3 jogos gratuitos de grande qualidade para provar as vossas capacidades de dedução.


Forever Lost: Episode 1 HD

The Forgotten Room

All That Remains: Part 1

terça-feira, 29 de outubro de 2019

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reky

Os jogos que mais aparecem aqui nos Apps do iPhone são mesmo os quebra cabeças, e basta seguir o link para perceber que são já às centenas, e na sua maioria tudo jogos de grande qualidade e com mecânicas e jogabilidade bem interessantes. Isto só acontece porque vão aparecendo sempre novas maneiras de resolver puzzles, e este reky de Andreas Diktyopoulos, é mais um a juntar a uma enorme lista de puzzles inovadores que marcam pela diferença.


Em reky controlamos uma pequena bola saltitona, a qual temos de levar até ao portal de saída em cada nível, que aparece assinalado com uns pequenos riscos animados. Digo isto porque a certa altura começamos a ter vários portais que podem ser atravessados pela nossa bola, que nos transportam entre diferentes localizações no nível, e há que saber qual é o portal final, o nosso objectivo e destino.

A mecânica de jogo é nova e portanto há que perder uns minutos a perceber como tudo funciona. Para mover a nossa bola é só tocar no local que queremos para onde ela vá, e está feito, como em qualquer jogo point-and-click. A ideia de cada nível será tentar estabelecer um caminho viável para que a bola consiga chegar até ao portal de saída.

Para isso contamos com as cores que pintam alguns dos blocos presentes no ecrã. Estes blocos podem ser movidos, bastanto deslizar o dedo sobre eles, o que nos permite obter novas passagens para a nossa bola. Ao passarmos sobre estes blocos coloridos podemos tocar no seu interior para transferir a sua cor para a bola, que pode dessa forma ser transferida para um outro bloco em branco, passando este bloco a ter a capacidade de ser movido da mesma forma que o anterior bloco.


Diferentes cores permitem que os blocos se movam de maneiras distintas, e é aqui que temos a parte do quebra cabeças para resolver. Há que mover vários blocos, ou por vezes apenas só um, brincar com as cores, atravessar portais, e contar com o botão de UNDO (voltar atrás) para não termos que reiniciar constantemente um mesmo nível. Sim, que isto com portais podemos acabar por ser transportados para um local de onde não haja saída possível.

Este é um jogo onde a partir de certo nível experimentar é a ordem do dia. Temos de perceber em que direcção certos blocos coloridos se movem, e para onde certos portais nos transportam. E só aí é que podemos começar a usar a lógica para perceber quais os movimentos a fazer e qual o melhor caminho até chegar ao portal de saída. Com 96 níveis para resolver, e um design incrível 3D a acompanhar, este é um jogo muito bonito que recomendo vivamente a qualquer fã de puzzles e quebra cabeças.


reky na App Store

Tamanho: 420.9 MB

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

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Starbeard

Há por aqui fãs de jogos do género Match-3? Não, nada de Candy Crush nem Bejeweled, mas sim algo completamente novo e genial, que adiciona um pouco do género Roguelike para uma mistura divertida e bem desafiante. Estou a falar do recém chegado Starbeard da Jolly Good Games Limited, um jogo que vos vai deixar de queixo caído de tão espectacular que é.


Há jogos incríveis, e posso dizer que este Starbeard está lá bem no topo com os melhores. Para alguns ouvir a palavra Match-3 é razão para fugir a sete pés, e para outros é razão para perderem horas e horas da sua vida de volta de um jogo. O que é certo é que se gostam de pôr a cabeça a funcionar e apreciam a aventura e desafio que proporciona um bom Roguelike, então este é um jogo que vão adorar.

Gnomos no espaço é a moda do dia, especialmente gnomos que têm de cuidar dos seus jardins plantados em vários planetas espalhados por essa galáxia fora. O problema é que os seus jardins estão a ser invadidos por pestes, desde insectos alienígenas a sapos, aranhas, etc, etc. Cabe-nos a nós atravessar um portal e viajar para esses planetas para nos livrarmos das pestes que ameaçam destruir as nossas queridas flores espaciais, e ao mesmo tempo, salvar a galáxia, duh!

A mecânica do jogo leva alguns minutos a apanhar-lhe o jeito, mas depressinha ficamos enrolados no seu esquema bem pensado, e não vamos querer pousar o jogo tão cedo. Cada planeta tem um diferente tipo de pestes, com ataques e movimentos distintos, e que se misturam com as peças a combinar (sol, estrela e lua).

Cada gnomo tem uma cor específica que coincide com a cor ora da estrela ou da lua ou do sol, e isto é importante porque o próprio gnomo pode ser usado para fazer combinação com 2 peças da sua cor. Mas isto é um pormenor, porque o que vamos andar a fazer mais é combinar estas peças às 3 de cada vez, ou mais, para cumprir o objectivo pedido.


E o objectivo é sempre aleatório, e pode variar entre combinar 15 luas, ou destruir 6 pestes, ou mesmo aguentar 5 turnos sem morrer. E com morrer quero dizer, não perder todas as flores do jardim, que se encontram na parte inferior do tabuleiro, e também fazer parte do jogo. Mas este é um jogo por turnos, e na nossa vez apenas podemos fazer 3 movimentos, e depois é a ver do adversário que acrescenta uma linha de peças e pestes no topo, arrastando tudo uma casa para baixo (se alguma peça tocar no fundo, perdemos uma flôr).

Perder todas flores faz com que percamos o desafio, e teremos que recomeçar a defesa desse planeta novamente. Mas isso é algo que todos os jogadores de Roguelikes já estão habituados, recomeçar um jogo, melhorar os seus poderes, conseguir novos gnomos e ir progredindo dessa forma. Eu falei em poderes, pois é, sem os poderes não conseguíamos fazer grande coisa, pois é com eles que vamos poder destruir as pestes e conseguir concluir os desatios que temos pela frente.

Há que combinar os elementos para carregar estes poderes, que podem depois ser activados nos botões em baixo. Fazer combinações e usar os poderes, esta é a estratégia essencial para nos levar ao sucesso. Cada gnomo tem poderes diferentes, e por isso há que experimentá-los todos à medida que os vamos desbloqueando.

Não há dúvidas que estamos perante um jogo muito bem concebido, daqueles que não queremos pousar, e vamos repetir vezes e vezes sem conta. Os combates não duram muito tempo, mas se por acaso nos demorarmos é só pousar o iPhone, que quando voltarmos o combate que ficou a meio está lá à nossa espera. Este é um jogo pago, por um preço bem baixo, sem quaisquer compras in-app nem publicidade, e que recomendo vivamente.


Starbeard na App Store

Tamanho: 334.3 MB

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

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Bury me, my Love

A guerra na Síria levou a que uma grande parte da população tivesse que abandonar as suas casas e o seu país para fugir aos combates. A crise dos refugiados pode ser vivida de uma forma bem intensa e emocional neste Bury me, my Love da Plug In Digital, um jogo a ser experienciado em tempo real como se estivessemos na pele de uma refugiada a trocar mensagens no seu telemóvel com o seu marido que ficou para trás na Síria.


Este é um daqueles jogos do género do Lifeline, que ficou famoso pela troca de mensagens funcionar em tempo real, tendo de aguardar pela resposta demorada da pessoa do outro lado, como se fosse mesmo algo real que nos estivesse a acontecer. São vários os jogos deste género e alguns deixam-nos mesmo agarrados ao telemóvel e com os níveis de ansiedade bem altos, como é o caso deste Bury me, my Love.

O jogo chega-nos pelas mãos da Plug In Digital, que não é nenhuma estranha a jogar com temas polémicos e até bem reais dos nossos tempos, como é o caso do recém chegado à App Store Alt-Frequencies, que é inovador tanto em jogabilidade como na temática usada no jogo.


No jogo podemos ir tomando decisões à medida que vamos acompanhando a viagem de Nour e a troca de mensagens com o seu marido, Majd. Ao mesmo tempo vamos percebendo a realidade da guerra, a realidade dos campos de refugiados, a dura realidade daqueles que deixam tudo para trás para tentar sobreviver e viver com alguma dignidade, e das dificuldades que lhes aparecem pela frente nesta viagem a caminho da Europa.

Este é um jogo que não deixará ninguém indiferente, e que para muitos será um abrir de olhos que muitas vezes nos passa ao lado, especialmente quando não andamos atentos às notícias do mundo. O jogo está muito bem conseguido, mas é a história que interessa, e é difícil de acompanhar porque se tratam de vidas humanas em jogo todos os dias.


Bury me, my Love na App Store

Tamanho: 187.5 MB

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

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GameClub - a new way to play!

Eu já falei aqui antes do GameClub, um serviço do mesmo estilo que o Apple Arcade, que se estreou hoje na App Store com a sua nova app GameClub - a new way to play!, e disponibilizando de imediato os seus mais de 50 jogos que foram retirados do baú dos jogos de grande sucesso que já tinham desaparecido da loja de apps da Apple.


A grande diferença entre Apple Arcade e GameClub é que estes jogos já gozaram de grande sucesso na App Store, jogos bem divertidos que passaram pelas mãos de milhões de jogadores, e que deixaram muita gente triste e chateada quando desapareceram, mas que estão agora de volta. A equipa do GameClub foi procurar os melhores jogos que deixaram de ser suportados pelos seus criadores, recuperou-os, actualizou-os para o iOS mais recente e tornando-os compatíveis com mais iPhones e iPads, melhorando até os gráficos e jogabilidade de muitos destes títulos.

A escolha é incrível, e tenho a dizer que muitos destes jogos ainda me deixam mais colado ao ecrã do que muitos dos jogos do Apple Arcade. Jogos como The Path to Luma, Gears, Mini Squadron, Kano, o espectacular Choper 2, iBlast Moki 2, Mage Gauntlet, Super Crate Box, Faif, Adventure Company, Zombie Match Defense, Chippy, Roofbot, Legendary Wars, ORC: Vengeance, e Warpack Grunts.




E tenho duas boas notícias para todos os gamers. Primeiro o preço da subscrição é igual à subscrição do Apple Arcade e conta também com 1 mês grátis, o que dá para experimentar todos estes jogos à vontade. Segundo, se por acaso já tiveram algum destes jogos, vão poder voltar a jogá-lo novamente, e sem terem de subscrever o GameClub, pois o jogo ganhou uma nova vida com o regresso à App Store, e se já o compramos no passado, é nosso para jogar quando quisermos.


Portanto, basta passar pela página do GameClub na App Store, e ver quais dos jogos já adquirimos no passado e voltar a instalá-los para recuperar aquele prazer de jogar alguns dos melhores jogos de sempre (estou a olhar para ti Chopper 2). Ou então instalem a app do GameClub, procurem o jogo que querem jogar, activem a subscripção de 1 mês grátis, e se os jogos antigos retro for mais a vossa cara, é só continuar a pagar a mensalidade, que estão prometidos novos jogos todas as semanas (Spider: The Secret of Bryce Manor é um dos que se pode ver no vídeo aqui em baixo como próxima entrada no GameClub).


GameClub - a new way to play! na App Store

Tamanho: 46.9 MB



quarta-feira, 23 de outubro de 2019

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Get aCC_e55

A brincar um pouco com a nostalgia dos computadores antigos como o ZX Spectrum ou o DeLorean do Regresso ao Futuro, em Get aCC_e55 de Andrew Kyznetsov, somos um geek cyberpunk que tem um carro muito estranho na sua garagem e temos de resolver uma série de puzzles para o conseguir pôr a funcionar.


Este poderia ser o típico jogo do género room escape, mas aqui trocam-nos um pouco as voltas com a sua mecânica de jogo isométrica, onde podemos rodar os locais onde nos encontramos para vê-los quatro ângulos diferentes, o que nos permite ter muito mais pistas e puzzles para resolver em cada local.

Como cientista wanna-be a viver numa garagem anexada a um pequeno bar, damos de caras com uma oportunidade única, um carro que se diz poder viajar no tempo, um que se parece imenso com um tal de DeLorean que aparece num filme de viagens no tempo, e cabe-nos a nós activar uma espécie de portal para que seja possível receber o motor que falta, e ao mesmo tempo resolver todos os puzzles em vários locais na garagem e bar que nos levarão a conseguir ter tudo a funcionar.


Há computadores para fazer hacking, há copos para arrumar no bar, há máquinas arcade com um jogo clássico para jogar e vencer, há muitas portas para abrir, para as quais temos de encontrar as suas chaves digitais, e há toda a uma série de puzzles espectaculares para resolver.

O jogo é bem desafiante, e temos aqui várias horas de jogo pela frente. Ele não é no entanto completamente gratuito, pois quando estivermos quase a chegar a 3/4 do jogo, é-nos pedida uma chave especial para conseguir activar o elevador, chave essa que tem de ser comprada com uma compra in-app, e só assim conseguimos continuar o jogo e resolver todos os puzzles até ao fim.

Seja como for, o jogo é um belíssimo desafio para os fãs de jogos point-and-click e puzzles em geral, e para chegar até essa parte do jogo já teremos que ter resolvido mesmo muitos quebra cabeças. Concluir o jogo e adquirir esta chave é bem merecido pelo trabalho que foi preciso para criar este belo jogo, por isso fica à vossa consideração. Se tiverem dúvidas é só perguntar, e há muitos vídeos no YouTube a mostrar como resolver o jogo até ao final se for preciso.


Get aCC_e55 na App Store

Tamanho: 394.5 MB



terça-feira, 22 de outubro de 2019

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Nood Climbrs

Para os apreciadores da escalada e de trepar em geral, Nood Climbrs da Noodlecake, é o novo desafio que nos vai pôr em pelota, exactamente como viemos ao mundo, a trepar por uma parede acima, num jogo de alpinismo que podemos encontrar grátis na App Store.


Os jogos da Noodlecake são dos mais porreiros e divertidos que existem na App Store, e portanto não é de estranhar que tenham também uma aventura carregada de puzzles no novo Apple Arcade, e que este Nood Climbrs seja também um possível sucesso.

Em Nood Climbrs temos de mover os braços e pernas do nosso personagem de ponto fixo em ponto fixo, até chegar à pose final que aparece desenhada na parede uns metros mais acima. Quem diz parede, pode dizer montanha, já que se trata de um jogo que tanto pode ser escalada como alpinismo.


Este é um jogo de destreza, reflexos e concentração, mas também de rapidez, pois lá mais para a frente os pontos são mais frágeis e só aguentam com o nosso peso alguns segundos antes de nos obrigar a soltá-los, por isso há que planear muito bem a nossa rota em tempo real, e ser bem ágeis a saltar de ponto em ponto.

Mover os pés e mãos individualmente para os vários pontos é um desafio do caraças, e fazê-lo a dar gás é qualquer coisa que nos mantém agarrados ao jogo com unhas e dentes. Ganhar dinheirinho é bom pois permite-nos adquirir novos acessórios e até roupas, que isto de andar a escalar todos nús não é a coisa mais saudável do mundo. Um grande desafio e bem divertido e viciante, Nood Climbrs é o novo passatempo da Noodlecake que não deixará ninguém indiferente.


Nood Climbrs na App Store

Tamanho: 457 MB

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

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Machinika Museum

Nunca mais sai um novo jogo da série The Room: Old Sins, e enquanto estou à espera, vou procurando jogos dentro do mesmo género, como é o caso do gratuito Machinika Museum da Littlefield Studio, que pelo aspecto gráfico faz logo lembrar os jogos como os The Room.


No futuro encontrar peças alienígenas não é difícil, especialmente quando trabalhamos num museu dedicado a guardar e estudar estas peças. E é no processo de explorar o que fazem e para que servem algumas destas peças estranhas que vamos desvendar um grande mistério, à medida que vamos resolvendo os puzzles que nos vão permitindo avançar nesta aventura.

Não sabemos ao certo quem nos enviou estes estranhos artefactos alienígenas, mas cabe-nos a nós abrir os caixotes e colocar estes estranhos mecanismos a funcionar para perceber para que servem. A ideia é aproximar dos objectos, tentar resolver os puzzles que partes dos objectos encerram em si mesmos, e ir experimentando para ver onde nos leva.


O aspecto gráfico transporta-nos de imediato para jogos como The Room - Old Sins, que é uma grande produção, e mesmo os puzzles adivinham-se poder vir a ser uns bons quebra cabeças. O problema é que o jogo tem apenas um capítulo disponível, o que nos permite jogar apenas alguns minutos até que se tenha resolvido o primeiro mistério.

Pelos vídeos que se encontram na net, o jogo promete bem mais para os próximos capítulos, e as imagens prendem-nos facilmente a atenção, dando a entender que temos um jogo com a qualidade de um bom jogo de consolas. A ver que novidades poderão ainda vir aí para dar continuidade a um jogo que promete e bem. Os primeiros puzzles não são muito difíceis, mas se tiverem alguma dúvida é só perguntar que eu dou uma ajuda se for preciso.


Machinika Museum na App Store

Tamanho: 361.2 MB

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

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Utilizer Deluxe shooter match3

Há que tentar ser diferente não é? Porque não pegar num shooter no espaço, misturar com um pouco de match-3 e conseguir um jogo completamente diferente e desafiante? É o que temos aqui com este Utilizer Deluxe shooter match3 de Oleg Antipov, um jogo gratuito que acabou de chegar à App Store.


A vestir o fato espacial de um piloto novato, somos encarregues da missão de recolher os contentores que andam espalhados por esse universo fora, e ao mesmo tempo livrar as rotas espaciais de monstros alienígenas perigosos e também de meteoritos que se podem colocar no caminho das naves nas suas viagens.

É uma missão complexa, pois para além de andarmos atentos a disparar os nossos canhões para destruir os monstros e meteoritos e outros perigos, temos de ter muita atenção aos contentores que podemos recolher na plataforma da nave. Há que colocá-los por cor, que ao termos 3 contentores da mesma cor lado a lado (ou empilhados na vertical), eles são eliminados pelos sistemas da nave, livrando-nos do lixo a mais, e dando espaço para recolher mais contentores.



O jogo conta com 4 modos diferentes, cada um mais desafiante que o outro, incluíndo um modo mais simples sem monstros onde apenas temos de nos preocupar com meteoritos (os monstros disparam contra nós tornando a nossa tarefa bem mais difícil), um modo que nos leva para lá do abismo, que é o mais desafiante de todos, e até um modo infinito para aqueles profissionais que acham que se aguentam bem à bronca.

Ganhar dinheiro é importante para melhorar a nossa nave, melhorar os canhões, e comprar armas potentes que nos podem desenrascar numa situação mais complexa, como uma mega bomba que pode ser essencial quando estivermos a lutar contra um boss. A mistura de géneros é bem interessante e como é um jogo gratuito, podem experimentá-lo à vontade no vosso iPhone, que não se irão arrepender.


Utilizer Deluxe shooter match3 na App Store

Tamanho: 39.6 MB

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

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Potion Punch 2

Já não falava aqui há algum tempo de jogos de gestão de tempo onde temos de servir clientes numa cozinha ou restaurante. E também não vai ser hoje, porque o que está na moda são os jogos RPG, e portanto o que é preciso é fazer poções e todo o tipo de coisas mágicas e medievais, como é o caso neste Potion Punch 2 da Monstronauts Inc., um fantástico jogo gratuito para todos os fãs de jogos de gestão de tempo e recursos.


Aqui não se cozinha comida, ou pelo menos não é isso o mais importante, pois os nossos clientes têm gostos muito particulares, como poções e feitiços para usarem nas suas aventuras pelo reino fora. Em Potion Punch 2 vestimos a pele de uma alquimista novata, que terá de satisfazer os pedidos dos seus clientes "cozinhando" tudo aquilo que nos pedem.

Começamos numa pequena taverna, que se encontra no início completamente vazia e ainda tem muito pouco para oferecer. Mas temos de começar por algum lado, e então temos algumas poções coloridas para vender (azul, vermelha e amarela), e uma comidinha apetitosa que é cozinhada pelo bafo quente de um dragão. 

A mecânica é fácil de aprender, e é quase sempre a mesma, variando um pouco lá mais para a frente quando partimos para outras tavernas diferentes com ofertas também elas bem diferentes. Chegando um cliente tomamos nota do seu pedido, e depois há que colocar uma garrafa vazia à nossa frente no balcão, e encher com a poção da cor que nos foi pedida. De seguida entregamos a poção ao cliente e levantamos o nosso dinheirinho precioso do balcão.


Outras coisas que temos de ter atenção para além de servir poções e entregar a comida estorricada pelo dragão (não deixem estorricar a comida!), é repôr o stock das coisas todas, como por exemplo quando se acabam as poções temos de voltar a encher as tinas, repôr o stock dos copos, e também colocar mais comida no cesto para o dragão queimar.

Os clientes são impacientes, e tentar ser o mais rápido possível não é fácil quando nos começam a pedir poções verdes ou roxas, que nos obrigam a misturar poções de mais de uma cor (amarelo e azul para a verde, etc), e quando o dragão teima em estorricar a comida toda. Mas para nos ajudar com isto há que usar o dinheirinho que vamos ganhando para melhorar algumas coisas.


Podemos melhorar a capacidade das tinas de poções, podemos aumentar o tamanho do cesto de comida e dos copos, podemos aumentar o tamanho do balcão, e mais importante podemos contratar novos trabalhadores que nos ajudam nestas tarefas mais chatas como é o caso de repôr o stock dos produtos ou manter o dragão controlado para não queimar a comida.

Como jogo de gestão de tempo é brilhante, pois para além dos trabalhadores extra que podemos ter a trabalhar para nós, podemos inclusive dar festas para fazer com que os nossos clientes fiquem mais amiguinhos e pacientes, permitindo que não se chateiem tão rápido com a espera e fujam sem pagar.

Pelo que vi até agora o jogo não necessita que se gaste qualquer dinheiro para jogar, e mesmo os trabalhadores podemos não os usar para poupar créditos e dinheiro, fazendo tudo à mão sozinhos (para os profissionais da gestão de tempo). O jogo pode ser jogado completamente offline, e conta com um modo de poupança de bateria que reduz a intensidade dos gráficos, que pode até ser bem útil em iPhones mais antigos.


Potion Punch 2 na App Store

Tamanho: 679 MB

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

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Merge Worlds!

Para os fãs de puzzles match-3 e para todos aqueles que apreciam um bonito jogo onde podem relaxar à vontade, Merge Worlds! da Grrr Game Studio CO., LTD., é um jogo gratuito que acabou de se estrear na App Store onde temos de construir uma cidade e que nos deixa jogar à nossa maneira e ao nosso próprio ritmo.


À primeira vista parece ser mais um daqueles jogos do género 2048, como foi o caso do jogo Criador do Mundo, de que já falei aqui antes, mas não é. Aqui a mecânica é mesmo a do match-3, com alguns toques de 2048, pois as peças obedecem à gravidade e deslocam-se para baixo no ecrã.

Mas a jogabilidade é aquela que nós quisermos, pois o jogo dá-nos liberdade para jogarmos da maneira que nos apetecer. Podemos simplesmente apreciar a música e as construções que vamos conseguindo para a nossa cidade sem stressar com o tempo e a velocidade do jogo, ou então podemos ir atrás dos combos que se activam quanto mais rápidos formos a fazer combinações, o que nos permite obter mais dinheiro e mais certos poderes de uma maneira mais rápida.

O jogo é simples, basta combinar 3 ou mais objectos iguais, para se transformarem num objecto mais complexo e avançado. Por exemplo combinar 3 arbustos dá origem a um pequeno parque com árvores, e ao combinar estes passamos a ter um conjunto de árvores, e de seguida um pequeno parque, depois uma casa, uma mansão, etc, etc, passando até para alguns edifícios e construções famosas do nosso planeta.


E há muita coisa para fazer neste jogo para além de apreciar a cidade e as pessoas que vivem nela. Em termos de jogabilidade podemos investir num jogo livre onde teremos que ver o quanto conseguimos evoluir a cidade até ficarmos sem movimentos, ou então partir para o modo de níveis, onde em cada um deles teremos uma espécie de missão a completar e que nos dará dinheiro extra. Este dinheiro pode ser usado para adquirir novos edifícios e objectos, ou mesmo para desbloquear novas cidades como Paris, Hong Kong, etc.

O único senão do jogo é arrancar em modo Coreano, o que nos obriga a ir às definições do jogo mal acabe o tutorial, e mudar a língua. Depois podemos voltar a aceder ao tutorial nas definições, para voltar a ver como se joga na nossa língua. O impacto na bateria também é considerável, por isso mantenham-se perto de um carregador que este jogo é puxado.


Merge Worlds! na App Store

Tamanho: 321 MB